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    comer

    Agarrado, apegado, como carraça....


    agaiatado | adj.

    Que tem ares de gaiato ou garoto....


    ah | interj.

    Expressão que exprime vários afetos ou estados, alguns até opostos, como dor, alegria, etc....


    aí | adv. | interj.

    Cerca de; mais ou menos (ex.: comeram aí umas três ou quatro bolachas, não mais)....


    adunado | adj.

    Unido; aderente a outro, como se formassem um só (folhas, etc.)....


    alacranado | adj.

    Áspero, de superfície cheia de talhos e esfoladuras como que denteada ou espinhosa....


    alazarado | adj.

    Como um lázaro; coberto de chagas....


    almofadado | adj.

    Estofado, acolchoado, fofo como almofada....


    amestrado | adj.

    Ensinado, doutrinado, instruído, adestrado. (Diz-se não só das pessoas, mas também dos animais como ensino especial.)...


    aneiro | adj.

    Que depende da maneira como o ano se porta....


    arguitivo | adj.

    Que se emprega como argumento....


    Que considera a criação como feita expressamente para o homem....


    apolíneo | adj.

    Relativo a Apolo, deus grego (ex.: culto apolíneo)....



    Dúvidas linguísticas


    A minha dúvida reside no plural de corrimão. Andei a investigar e encontrei tanto corrimãos como corrimões como formas correctas. Queria saber se realmente é assim, e se alguma delas é mais correcta e a outra foi mais vulgarizada pelo povo.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?