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    Pesquisa nas Definições por:

    CESUROU-TAS

    hiporritmo | n. m. | adj.

    Verso hexâmetro sem cesura....


    chumela | n. f.

    Almofada; travesseirinho....


    alexandrino | adj. | adj. n. m.

    Relativo a Alexandre Magno (356 a.C.-323 a.C.), rei da Macedónia....


    cesura | n. f.

    Ato de cortar....


    fissura | n. f.

    Abertura estreita, alongada e pouco profunda....


    cissura | n. f.

    Fenda ou fissura em certos ossos ou estruturas anatómicas....


    cisura | n. f.

    Fenda ou sulco numa estrutura anatómica (ex.: cisura inter-hemisférica; cisuras pulmonares)....


    alcaico | adj.

    Designativo do verso grego de quatro pés e uma cesura, inventado pelo poeta Alceu, e da estrofe de quatro versos, em que são alcaicos os dois primeiros....


    pentemímere | adj. 2 g.

    Diz-se da cesura do verso pentâmero, na métrica greco-latina, quando após dois pés fica uma sílaba....



    Dúvidas linguísticas


    Tenho uma dúvida em relação a divisão silábica: "os rr e ss não se separam, mas na translineação separam-se". Correcto? A minha filha ingressou na primária e é o que está a ser ensinada. Como sou estrangeiro, não consigo provar, mas faz-me comichão fazer uma distinção destas.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?