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    cavalaram-nos

    alfario | adj.

    Diz-se do cavalo que brinca, saltando e rinchando....


    Diz-se do cavalo que é manso sem ter sido montado....


    amartelado | adj.

    Diz-se da frente do cavalo quando é deprimida....


    andantesco | adj.

    Da cavalaria andante ou a ela relativo....


    apuava | adj. 2 g.

    Diz-se do cavalo espantado ou pouco dócil....


    asseadaço | adj.

    Muito asseado ou brioso (falando-se do cavalo)....


    asseado | adj.

    Que não tem manchas, limpo....


    atavanado | adj.

    Diz-se do cavalo preto ou escuro, com pintas brancas nas ancas ou nas espáduas....


    azulego | adj.

    Diz-se do cavalo mesclado de preto e branco que, de longe, parece azul....


    argel | adj. 2 g.

    Diz-se do cavalo que tem malha branca no pé....


    boquimole | adj. 2 g.

    Diz-se do cavalo que é brando da boca....


    cabreado | adj.

    Diz-se do cavalo empinado....


    descopado | adj.

    Diz-se do cavalo que, visto de lado, é mal aprumado das mãos....


    douradilho | adj.

    Diz-se dos cavalos de cor avermelhada....


    equípede | adj. 2 g.

    Que tem as patas de igual comprimento....



    Dúvidas linguísticas


    Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


    A palavra fim de semana, aparece em todo o lado escrita com hífen, inclusive no vosso dicionário. Contudo, quando estudei a língua portuguesa nas cadeiras da faculdade, foi-nos dado como referência um manual que nos serviu como a Bíblia da Língua Portuguesa: a Nova Gramática do Português Contemporâneo. Esta gramática de Celso Cunha e Lindley Cintra afirma na página 107 que a palavra fim de semana é um exemplo de quando os elementos justapostos conservam a sua "autonomia gráfica", tais como Idade Média e pai de família. Assim sendo, gostaria que me informassem se é correcto a utilização das duas formas, ou se a Nova Gramática já está desactualizada.