Significado de zomba-se-lhos

    A forma zomba-se-lhospode ser [segunda pessoa singular do imperativo de zombarzombar], [terceira pessoa singular do presente do indicativo de zombarzombar] ou [topónimo de zombazomba].

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    zombarzombar
    ( zom·bar

    zom·bar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo e intransitivo

    1. Fazer zombaria ou troça de algo ou alguém. = ESCARNECER, ESCARNIR, MOFAR, TROÇAR

    verbo transitivo

    2. Ridicularizar, gracejar, não dar importância.

    3. Não recear.

    4. Iludir a vigilância.

    5. Seduzir alguém.


    zomba, zombando

    •Por chalaça, por zombaria.

    •Pouco a pouco.

    •Como quem não quer.

    etimologiaOrigem:espanhol zombar.

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    zombazomba
    ( zom·ba

    zom·ba

    )

    nome feminino

    Ato ou efeito de zombar. = CHACOTA, MOFA, TROÇA, ZOMBARIA

    etimologiaOrigem:derivação regressiva de zombar.

    Secção de palavras relacionadas

    iconeConfrontar: zumba.

    Auxiliares de tradução

    Traduzir "zomba-se-lhos" para: Espanhol Francês Inglês

    Esta palavra no dicionário

    derisório | adj.

    Que encerra derisão, zombaria....


    zombado | adj.

    De quem se zombou....


    Que encerra derrisão, zombaria....


    Aplica-se quando alguém tem a pretensão de discorrer sobre muitos assuntos, de ter saber enciclopédico; de omni re scibili era a divisa de Pico de Mirândola; et quibusdam aliis é uma adjunção maliciosa de Voltaire para zombar de pretensões....


    Palavras de João Hus (cerca de 1369-1415), filósofo e teólogo checo, ao ver alguém meter uma acha na fogueira onde ele ardia; citado para zombar de algo que denota simpleza de espírito....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "zomba-se-lhos" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Como se designa algo que escraviza? Os termos escravizante e escravizador não aparecem no dicionário.


      Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
      Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
      Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
      Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
      Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.