Significado de vivêramos-te

    A forma vivêramos-teé [primeira pessoa plural do pretérito mais-que-perfeito do indicativo de viverviver].

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    viverviver
    |ê| |ê|
    ( vi·ver

    vi·ver

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo intransitivo

    1. Ter vida. = EXISTIR

    2. Passar (a vida). = EXISTIR

    3. Passar a vida de tal ou tal maneira.

    4. Ter determinado comportamento ou procedimento. = CONDUZIR-SE, PORTAR-SE, PROCEDER

    5. Proporcionar-se o alimento e o necessário para a vida. = ALIMENTAR-SE

    6. Entreter relações sociais ou amicais.

    7. Conservar-se, durar, passar aos vindouros. = CONVIVER

    8. Gozar a vida; aproveitar-se da vida; tirar vantagem de tudo.

    9. Passar toda ou a maior parte da existência em; não poder existir fora de.

    10. Ter habitação habitual em. = MORAR, RESIDIR

    verbo transitivo

    11. Desfrutar de uma situação ou de um momento. = GOZAR

    12. Durar por determinado tempo.

    nome masculino

    13. Processo do que está vivo e perdura. = VIDA

    14. Procedimento, comportamento.

    etimologiaOrigem:latim vivo, -ere.

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    Esta palavra no dicionário

    agaiatado | adj.

    Que tem ares de gaiato ou garoto....


    aéreo | adj.

    Do ar; atmosférico....


    amigado | adj.

    Que se amigou; que vive em mancebia....


    aquático | adj.

    Pertencente ou relativo à água....


    Designativo do animal acostumado a um lugar ou a viver com outros animais. (Também se aplicava às pessoas.)...


    Histórico de pesquisas

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      Dúvidas linguísticas


      Gostaria de esclarecer algumas dúvidas relacionadas à ortografia dos vocábulos tecno-social e socioideológico. Além disso, gostaria de consultá-los sobre a ortografia de trouxada ("Ia eu, em rapazola, e mais outro, levando uma vaca caracu, trouxada e afrontada...") e iapa ("Às vezes, é o descuidado cavaleiro que já vai todo tranqüilo assobiando, quando a iapa do velho toca uma caixa de marimbondos que ferram o danado do cavalo, que dana a pular e larga o cabra na poeira.").
      Estes exemplos foram tirados de dois contos regionalistas e não encontro registro dessas palavras em nenhum dicionário.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?