Significado de versassem-lhos

    A forma versassem-lhosé [terceira pessoa plural do pretérito imperfeito do conjuntivo de versarversar].

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    versar1versar1
    ( ver·sar

    ver·sar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Exercitar; volver; manejar.

    2. Praticar.

    3. Estudar; compulsar.

    4. Ponderar; verter.

    verbo intransitivo

    5. Ter por objeto ou assunto.

    6. Consistir; incidir.

    etimologiaOrigem:latim verso, -are, virar muitas vezes, fazer virar, rodar, revolver, mudar, alterar.

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    versar2versar2
    ( ver·sar

    ver·sar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Pôr em verso o que está em prosa.

    verbo intransitivo

    2. Compor versos.

    = SinónimoSinônimo geral: VERSEJAR

    etimologiaOrigem:verso + -ar.

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    Esta palavra no dicionário

    alcmânico | adj.

    Diz-se do verso grego ou latino composto de três dáctilos e um espondeu....


    Diz-se do antigo verso grego ou latino composto de um espondeu, dois coriambos e um jambo....


    ecoico | adj.

    Que faz eco....


    emérito | adj.

    Que se reformou ou aposentou, mantendo ainda algumas funções e regalias inerentes ao cargo (ex.: bispo emérito)....


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      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?