Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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velívolo

velívolovelívolo | adj.
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ve·lí·vo·lo ve·lí·vo·lo


adjectivo
adjetivo

[Linguagem poética]   [Linguagem poética]  Que veleja rapidamente.

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Dúvidas linguísticas


Como se designam as palavras que derivam do mesmo étimo latino como mágoa, mancha e mácula?
As palavras mágoa, mancha e mácula (a este grupo poderia acrescentar-se as palavras malha e mangra) são exemplos de palavras divergentes, isto é, palavras com o mesmo étimo latino (macula, -ae) que evoluiu para várias formas diferentes. Neste caso específico, as palavras mágoa, mancha, malha ou mangra chegaram ao português por via popular, apresentando cada uma delas diferentes fenómenos regulares de evolução: mágoa sofreu a queda do -l- intervocálico e a sonorização do -c- intervocálico (macula > *macua > *magua > mágoa); mancha sofreu a nasalização do primeiro -a-, a queda do -u- intervocálico e a palatalização do grupo consonântico -cl- (macula > *mãcula > *mãcla > mancha); malha sofreu a queda do -u- intervocálico e a palatalização do grupo consonântico -cl- em -lh- (macula > *macla > malha); mangra sofreu a nasalização do primeiro -a-, a queda do -u- intervocálico, o rotacismo do -l- e a sonorização do -c- (macula > *mãcula > *mãcla > *mãcra > mangra). A palavra mácula chegou ao português por via erudita, apresentando uma forma quase idêntica ao étimo latino.



Agradecia que me dessem a vossa opinião quanto à classificação sintáctica da oração e não sei quem é que se encontra nos seguintes versos pessoanos: "É curioso que toda a vida do indivíduo que ali mora, e não sei quem é, atrai-me só por essa luz visitada de longe".
De acordo com o espólio do heterónimo pessoano Alberto Caeiro, disponibilizado on-line pela Biblioteca Nacional, o verso do poema "É noite" é ligeiramente diferente: "É curioso que toda a vida do indivíduo que ali mora, e que não sei quem é, // Atrai-me só por essa luz visitada de longe". Na expressão e que não sei quem é estão contidas duas orações: a primeira é uma oração subordinante (e que não sei) cujo verbo (saber) necessita de um complemento directo obrigatório que corresponde à segunda oração (quem é), que pode ser classificada como subordinada substantiva completiva.

A frase é complexa e a oração subordinante (e que não sei) deste pequeno excerto da frase, no âmbito dos versos transcritos (É curioso que toda a vida do indivíduo que ali mora, e que não sei quem é, atrai-me só por essa luz visitada de longe), é também uma oração subordinada relativa restritiva coordenada a outra da mesma natureza.

Para clarificar a divisão de orações, procedemos em seguida à classificação de todas as orações contidas nos dois versos de Alberto Caeiro e respectivas funções sintácticas (é de sublinhar que uma oração subordinada pode conter várias orações e dentro dela pode haver uma oração subordinante em relação às que dela dependem):
1. [É curioso] oração subordinante.
2. [que toda a vida do indivíduo que ali mora, e que não sei quem é, atrai-me só por essa luz visitada de longe] oração subordinada completiva com função de sujeito (este sujeito frásico não é muito evidente, mas pode ser testado com a concordância verbal; ex.: isso é curioso; essas coisas são curiosas).

2.1 [que toda a vida do indivíduo atrai-me só por essa luz visitada de longe] oração subordinante (relativamente às orações que dela dependem).
2.1.1 [que ali mora] oração subordinada relativa restritiva (isto é, fornece informação que restringe o antecedente indivíduo).
2.1.2 [e que não sei quem é] oração subordinada relativa explicativa (isto é, fornece informação adicional sobre o antecedente indivíduo) coordenada à oração relativa restritiva.
2.1.2.1 [e que não sei] oração subordinante (relativamente à oração que dela depende).
2.1.2.2 [quem é] oração subordinada completiva com função de complemento directo.

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Palavra do dia

so·ro·se |ó|so·ro·se |ó|


(grego sorós, -oû, montão, acervo + -ose)
nome feminino

[Botânica]   [Botânica]  Reunião de frutos carnudos, provenientes de várias flores de uma inflorescência agrupada, como na amora ou no ananás.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/vel%C3%ADvolo [consultado em 20-09-2021]