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sensibilização

A forma sensibilizaçãopode ser [derivação feminino singular de sensibilizarsensibilizar] ou [nome feminino].

Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!
sensibilizaçãosensibilização
( sen·si·bi·li·za·ção

sen·si·bi·li·za·ção

)


nome feminino

1. [Fotografia] [Fotografia] Acção de tornar impressionável.

2. [Patologia] [Patologia] Estado num organismo que, depois de ter estado em contacto com certas substâncias (principalmente proteínas), adquire delas propriedade de reacção, úteis ou não, que são produzidas mesmo em pequenas quantidades. (Ver alergia e anafilaxia.)

sensibilizarsensibilizar
( sen·si·bi·li·zar

sen·si·bi·li·zar

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo transitivo e pronominal

1. Tornar ou ficar sensível.

2. Abrandar ou abrandar-se o coração de alguém. = COMOVER, ENTERNECER

3. Tornar ou ficar sensível a uma emoção violenta; causar ou sentir comoção.


verbo transitivo

4. Tornar sensível a uma acção física, química, etc.

5. [Fotografia] [Fotografia] Tornar impressionável.

6. [Patologia] [Patologia] Provocar a sensibilização.

etimologiaOrigem etimológica:latim sensibilis, -e, sensível + -izar.

Auxiliares de tradução

Traduzir "sensibilização" para: Espanhol Francês Inglês


Dúvidas linguísticas



Qual a forma correcta: frequência do quarto ou frequência no quarto ano?
O substantivo frequência é geralmente seguido da preposição de (ou das suas contracções), como indica o Dicionário de Regimes de Substantivos e Adjectivos (25.ª ed., São Paulo: Globo, 2000), de Francisco Fernandes, e como atestam pesquisas efectuadas em corpora e em motores de busca da Internet.



Gostaria de saber a diferença de sentido das frases: São hipóteses que conduzem à investigação adiante. e São hipóteses que conduzem a investigação adiante.
Na primeira frase apresentada (São hipóteses que conduzem à investigação adiante) há utilização da crase da preposição a (que introduz o complemento indirecto locativo do verbo conduzir) com o artigo definido a, que caracteriza o substantivo investigação como realidade bem determinada. Esta frase pode ser parafraseável por ‘são hipóteses que levam à investigação a seguir explicitada e não a qualquer outra’.

A segunda frase (São hipóteses que conduzem a investigação adiante) apresenta uma ambiguidade estrutural. Se se considerar que há utilização apenas da preposição a (que introduz o complemento indirecto locativo do verbo conduzir) sem o artigo definido, a estrutura é muito semelhante à da primeira frase, sendo que a ausência do artigo definido indetermina o substantivo investigação. Esta interpretação pode ser parafraseável por ‘são hipóteses que levam a uma investigação entre outras possíveis’. Se, por outro lado, se considerar que há utilização apenas do artigo definido a, já não se tratará de um complemento indirecto locativo, mas de um complemento directo do verbo conduzir no sentido de ‘dirigir ou governar’. Esta interpretação pode ser parafraseável por ‘são hipóteses que dirigem a investigação para diante’.

As três estruturas acima explicitadas podem ser mais claramente distinguidas, pela mesma ordem, com frases em que os complementos do verbo conduzir correspondam a um masculino plural, para que não haja ambiguidade em nenhuma frase. Por exemplo, São guias que conduzem aos cumes da montanha pode ser exemplo de utilização da crase da preposição a com o artigo definido os. A frase São guias que conduzem a cumes da montanha pode ser exemplo da utilização apenas da preposição a sem artigo definido. Na frase São guias que conduzem os montanhistas há apenas a utilização do artigo definido os, pois esta acepção do verbo conduzir permite a utilização de um complemento directo, sem qualquer preposição.