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salva-orelhas

salva-orelhassalva-orelhas | n. m. 2 núm.
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

sal·va·-o·re·lhas |â| ou |ê|sal·va·-o·re·lhas |ê|


(forma do verbo salvar + orelha)
nome masculino de dois números

Peça ou dispositivo colocado na parte de trás da cabeça para libertar as orelhas da pressão ou atrito provocados pelo uso de algumas máscaras semifaciais.Ver imagem

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”, passava um certificado de menoridade científica não só a mim como a todos os colegas nacionais envolvidos neste processo. Mas ele não se deu conta disso e eu havia feito orelhas moucas. De qualquer maneira, ficou-se a dever a este ilustre Secretário de Estado todo o apoio que deu a esta causa. Para o

Em De Rerum Natura

) & baronetes financeiros da banca ladra – eles nos devoram a carne & nos esburgam o tutano. Não vejo como nos remirmos de tal merda. “Nada nos salva desta porra triste.” – diz-se que disse o grande Jorge de Sena (mas confesso não tê-lo comprovado em leitura de livro dele.) Palavreado muito, verbal cosmorama

Em daniel abrunheiro

”, “autoteste”, “borderline”, “imunotolerante”, “oncogenicidade”, “porta-máscara”, “ salva-orelhas ”, “uranálise” ou “virtópsia” são alguns desses exemplos. Relativamente a outras áreas, entraram termos como “antifraude”, “braquiação”, “coluvial”, “encorricado”, “gamer”, “heterocaracterização”, “indo

Em VISEU, terra de Viriato.

muito bem ter morrido antes de acabar com seus parentes amaldiçoados. Talvez valesse a pena salvá -los. Ele teve alguns minutos para decidir. Gristleburst levantou a fêmea listrada de amarelo sobre suas costas e vasculhou seus pertences, procurando por algo que lhe diria se esses humanos deveriam viver

Em confrariadearton.blogspot.com

peste, a campos de batalha tão saturados de morte que os abutres ficaram pesados ​​ demais para voar. Pequenas figuras, de cabeça e orelhas grandes, aproximaram-se do limite da luz do fogo. Esses zumbis estavam tão mortos quanto os que encontraram em Otari, mas em uma forma muito pior. Seus corpinhos

Em confrariadearton.blogspot.com
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Dúvidas linguísticas


Em expressões como não análise, não excedente, não conhecimento, não aceitação, não provimento, etc., quando deve ser utilizado, ou não, o hífen?
A utilização do hífen em casos semelhantes aos apresentados é possível e até muito usual.

A palavra não, por se tratar de um advérbio, é uma palavra invariável usada geralmente para modificar um verbo (ex.: não comi), um adjectivo (ex.: pessoa não competente), outro advérbio (ex.: agindo não eficazmente) ou uma frase (ex.: não podemos deixar-nos adormecer) mas em geral não modifica substantivos. Por este motivo, é comum ligar este advérbio por hífen a um substantivo que se lhe segue, mas tal procedimento não é obrigatório, nem é regulado por qualquer indicação nos textos legais em vigor para a língua portuguesa.

O que é dito sobre o hífen no Acordo Ortográfico de 1945 (válido para o português europeu, mas muito semelhante ao que é dito no Formulário Ortográfico de 1943, válido para o português do Brasil) é bastante vago e nada esclarecedor sobre este assunto: “Emprega-se o hífen nos compostos em que entram, foneticamente distintos (e, portanto, com acentos gráficos, se os têm à parte), dois ou mais substantivos, ligados ou não por preposição ou outro elemento, um substantivo e um adjectivo, um adjectivo e um substantivo, dois adjectivos ou um adjectivo e um substantivo com valor adjectivo, uma forma verbal e um substantivo, duas formas verbais, ou ainda outras combinações de palavras, e em que o conjunto dos elementos, mantida a noção da composição, forma um sentido único ou uma aderência de sentidos.” (Base XXVIII [sublinhado nosso]).

O Acordo Ortográfico de 1990 não altera nada a este respeito.

O uso do hífen coloca então muitas dúvidas aos utilizadores da língua, pois não obedece geralmente a critérios lógicos, mas antes a convenções e muitas vezes é justificado devido à tradição de registo em dicionários de língua que funcionam como referência. Neste âmbito, surgem em muitos dicionários entradas com o elemento não- seguido de adjectivos, substantivos e verbos, mas como, em teoria, qualquer palavra de uma destas classes poderia ser modificada pelo advérbio não, o registo de todas as formas possíveis seria impraticável e de muito pouca utilidade para o consulente.

Em conclusão, podemos afirmar que o uso do hífen é possível para ligar o advérbio não a um substantivo; o uso do hífen para ligar o advérbio não a classes que são habitualmente modificadas por advérbios (verbos, adjectivos, advérbios) parece ser desnecessário, dadas as características da classe adverbial, mas nada o impede.




Gostava de saber a evolução etimológica da palavra opinião.
Como poderá verificar no verbete opinião do Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, a palavra deriva directamente do latim opinio, -onis, através do acusativo opinionem, como a maioria das palavras derivadas do latim, com queda da consoante nasal final (opinione).
Seguiu-se, de forma regular, a queda do -e átono do singular e consequente nasalização do -o- antes da consoante nasal (opinione > opinion > opiniõ), havendo ao longo do séc. XVI a transformação de em -ão no singular e a manutenção de -ões no plural (opiniones > opiniões).

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Palavra do dia

za·gai·ar za·gai·ar

- ConjugarConjugar

(zagaia + -ar)
verbo transitivo

1. Arremessar zagaia, tipo de lança curta.

2. Ferir ou matar com esse tipo de lança.

verbo transitivo e intransitivo

3. [Pesca]   [Pesca]  Pescar com zagaia, tipo de engodo artificial.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/salva-orelhas [consultado em 27-09-2021]