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prima-dona

prima-donaprima-dona | n. f.
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pri·ma·-do·na |ô|pri·ma·-do·na |ô|


(italiano prima donna, de prima, primeira + donna, dama, senhora)
nome feminino

1. Cantora encarregada do papel principal de uma ópera.

2. Diva.

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Yvonne Villalobos, uma dona de casa de 47 anos. A bióloga Cristina Dorador, que integra a Convenção Constitucional, ressalta, no entanto, que é preciso mudar o atual modelo de desenvolvimento do Chile, baseado na exploração da matéria- prima às custas da natureza. "Claramente vamos ter de desenvolver

Em HELDER BARROS

, onde a 22 de novembro nasceria a sua filha Adelaide Todi, em Versalhes . Em 1780 é aclamada em Turim , no Teatro Régio , tendo assinado um contrato como prima-dona , e em 1780 era já considerada pela crítica como uma das melhores vozes de sempre. Nessa cidade veio a nascer o seu filho Leopoldo Rodrigo

Em Geopedrados

-se em 1887 no curso de Engenharia. Perdeu, prematuramente, a prima e noiva, Constança, o que o abalou moral e fisicamente. Foi, em 1894, para São Paulo, onde se matriculou no curso de Direito da Faculdade do Largo São Francisco, voltou a Minas Gerais e formou-se em Direito em 1894, na recém inaugurada

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publica " O Velho e o Mar ", com o qual ganhou o prémio Pulitzer ( 1953 ), considerada a sua obra- prima . Hemingway recebeu o Nobel de Literatura de 1954 . A vida e a obra de Hemingway tem intensa relação com a Espanha , país onde viveu por quatro anos. Uma breve passagem, mas marcante para um escritor

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relacionamentos românticos. Em 1952 publica " O Velho e o Mar ", com o qual ganhou o prémio Pulitzer (1953), considerada a sua obra- prima . Foi laureado com o Nobel de Literatura de 1954. A vida e a obra de Hemingway tem intensa relação com a Espanha , país onde viveu durante quatro anos. Uma breve passagem, mas

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Dúvidas linguísticas


Na frase dei de caras com um leão, qual a função sintáctica das expressões de caras e com um leão?
A locução verbal dar de caras corresponde a uma expressão idiomática do português, que por esse motivo não é habitualmente decomposta, equivalendo a um verbo como deparar-se ou a outra locução verbal como encontrar subitamente. Na frase apontada, pode no entanto considerar-se a expressão de caras como um modificador adverbial (designado por complemento circunstancial na gramática tradicional), indicando o modo como se processa a acção expressa pelo verbo dar (equivalente, por exemplo a subitamente numa frase como deu subitamente com um leão).
A expressão com um leão pode ser considerada complemento indirecto seleccionado pelo verbo dar, pois com um leão é um complemento nominal introduzido indirectamente pela preposição com.




A questão da regência verbal sempre foi problemática na língua portuguesa e, se calhar, em todas as outras. Mas, uma das regências mais controversas é a do verbo apelar. Uns insistem que a preposição exigida por este verbo é a, enquanto outros consideram que é para. Qual será então a forma correcta? Por exemplo, devemos dizer o padre apelou os crentes para se manterem fiéis à doutrina ou o padre apelou aos crentes a manterem-se fiéis à doutrina?
O verbo apelar pode ser intransitivo, isto é, admite uma construção sem complemento nominal obrigatório (ex.: O advogado apelou), ou transitivo indirecto, isto é, admite uma construção com um complemento nominal regido de preposição, que pode ser a, de ou para, consoante os contextos ou as acepções. A construção de apelar com a preposição de é usual no sentido que diz respeito a recurso de decisões ou sentenças (ex. O advogado apelou da sentença). As construções que parecem ser objecto de dúvida são aquelas em que se utiliza as preposições a ou para. Neste caso, ambas estão atestadas nos principais dicionários de língua e de regência verbais, sendo possíveis e correctas as construções O padre apelou aos crentes ou O padre apelou para os crentes. Esta construção pode ainda complicar-se como o exemplo apresentado sugere: O padre apelou aos crentes para se manterem fiéis.

Os dicionários e as gramáticas geralmente não se pronunciam sobre estas construções mais complexas, por haver dificuldade em descrevê-las ou designá-las. Neste caso, o complemento assinalado constitui um outro complemento indirecto que se articula com o primeiro. Do ponto de vista sintáctico, não parece existir motivo para a preposição não poder ser a mesma nos dois casos (ex.: O padre apelou aos crentes a se manterem fiéis.), mas para evitar ambiguidades ou dificuldades de percepção, a preposição deverá ser diferente. Se se entender que a construção é demasiado complexa, é possível simplificá-la apenas com um complemento indirecto, mantendo toda a informação semântica (ex.: O padre apelou a que os crentes se mantivessem fiéis ou O padre apelou para os crentes se manterem fiéis).

A construção que não respeita a regência do verbo é aquela em que existe um complemento directo, isto é, um complemento nominal não regido de preposição. Assim sendo, o exemplo *O padre apelou os crentes para se manterem fiéis à doutrina pode ser considerado agramatical, pois o verbo deve ter um complemento indirecto, logo o complemento destacado deverá ser introduzido por uma preposição: O padre apelou aos crentes para se manterem fiéis à doutrina.

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Palavra do dia

sar·ra·bis·car sar·ra·bis·car


(sarrabisco + -ar)
verbo transitivo e intransitivo

Fazer sarrabiscos. = GARATUJAR, RABISCAR

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/prima-dona [consultado em 28-10-2021]