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pimenta-de-coroa

pimenta-de-coroapimenta-de-coroa | n. f.
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

pi·men·ta·-de·-co·ro·a pi·men·ta·-de·-co·ro·a


nome feminino

1. [Botânica]   [Botânica]  Árvore (Pimenta dioica) da família das mirtáceas, de casca lisa acinzentada e frutos bacáceos.

2. [Culinária]   [Culinária]  Semente ou baga dessa árvore, usada como condimento.


SinónimoSinônimo Geral: PIMENTA-DA-JAMAICA

Plural: pimentas-de-coroa.Plural: pimentas-de-coroa.
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e menos retórica, que encare as AP e, em especial, os parques e reservas naturais como “jóias da coroa ”; parar esta asneira (depois de feita é difícil…) e repor as figuras do director e do conselho geral. Devido à ausência, durante anos e anos, dos apoios necessários para a concretização duma

Em Entre as brumas da memória

precisa de ter em casa massa folhada, um queijo Camembert, um ovo misturado com uma colher de sopa de água, amoras frescas, doce de amora, tomilho fresco e pimenta preta moída. Se quiser saber as quantidades certas de cada ingrediente, espreite aqui a receita original. Pré-aqueça o forno a 200º C. Estenda

Em www.casalmisterio.com

treino do União de Coimbra e alguém da Académica vem ter comigo e leva-me ao pavilhão da Académica porque o presidente, o Campos Coroa , que gostava muito de mim, queria falar comigo. O que queria? Isto aconteceu naqueles primeiros três dias em que eu ainda não tinha assinado. "Então ouvir dizer que vais

Em O INDEFECTÍVEL

Levy Maria Jordão de Paiva Manso nasceu em Lisboa, a 9 de Janeiro de 1831. Era sobrinho do filólogo Francisco Dias Gomes e filho de Abel Maria Jordão de Paiva Manso (1801-1874; curiosamente Belisário Pimenta questiona a possibilidade do seu nascimento ter sido em Buarcos), 1º barão de Paiva Manso

Em Almanaque Republicano

de volta para a Galiza. Manuel apoiou como pôde estas incursões, embora os seus recursos financeiros, nos primeiros anos de exílio, fossem bastante limitados. Acresce o facto de que esta primeira incursão ter sido feita sob a bandeira azul e branca, mas sem a coroa , e foi precedida de um manifesto de

Em Geopedrados
Blogues do SAPO

Dúvidas linguísticas


Estou estudando verbos, mas aprendi que existem 3 modos verbais; aqui neste site, vi que tem mais que três. Ainda não conhecia o que está aqui neste site. Por favor, gostaria que me explicasse. O que eu conheço são os modos no indicativo, subjuntivo e o imperativo.
Tal como é afirmado na Gramática Priberam, no capítulo sobre os Modos dos Verbos, são geralmente considerados pelos gramáticos três modos verbais: o indicativo (ex.: ele foi a São Paulo), o conjuntivo ou subjuntivo (ex.: talvez haja boas notícias) e o imperativo (ex.: come a sopa!). Há, no entanto, autores que referem que o condicional ou futuro do pretérito, o futuro do indicativo e o infinitivo podem também eles apresentar valores modais em certos contextos.

A divisão patente na conjugação dos verbos do Dicionário Priberam e no conjugador do FLiP apresenta uma categorização mista entre modos, tempos e formas nominais do verbo. Iremos, no entanto, repensar esta categorização para que os nossos usuários não sejam induzidos em erro.




Surgiu uma dúvida sobre a escrita correta: nenhuma - está correto - e nem uma - é correto também ou não se usa?

Ambas as grafias, nenhuma e nem uma, estão correctas; os seus usos e funções é que são distintos.

A palavra nenhuma pode funcionar como determinante (i.e., antes de um nome) ou como pronome (i.e., em vez de um nome) indefinido, indicando negação (1)-(2), ausência (3)-(4) ou reforço de negação (5)-(6). As frases dos números ímpares correspondem a exemplos de nenhuma como determinante, as dos números pares correspondem a exemplos de nenhuma como pronome:
(1) Nenhuma pedra será removida.
(2) Juntou várias pedras mas nenhuma foi removida.

(3) Nenhuma sócia compareceu à festa.
(4) Convidou várias pessoas mas nenhuma compareceu à festa.

(5) Não tenho nenhuma vontade de sair hoje à noite.
(6) Experimentou várias blusas, mas não gostou de nenhuma.

Ainda em posição pré-nominal, e ligada à partícula de negação não, nenhuma pode ser equivalente ao indefinido uma:
(7) Ela não é nenhuma especialista na matéria, mas sabe o que diz.

Note-se que nas frases (1) e (3) nenhuma pode ser substituída por nem uma sem perda de sentido, contrariamente ao que sucede com a frase (5), que gera uma frase agramatical (5a):
(1a) Nem uma pedra será removida.
(3a) Nem uma das sócias compareceu à festa.
(5a) *Não tenho nem uma vontade de sair.

A palavra nenhuma, em posição pós-nominal, tem ainda uma função adjectival, reforçando a negação (5b). Neste contexto, nenhuma nunca pode ser substituída por nem uma, uma vez que tal substituição produz frases agramaticais como (5c):
(5b) Não tenho vontade nenhuma de sair.
(5c) *Não tenho vontade nem uma de sair.

A expressão nem uma pode também significar “nem mesmo uma”:
(8) Nem uma escavadora conseguiria remover esta pedra!

A frase de (8) significa que nem sequer uma escavadora conseguiria remover a pedra. Se nenhuma fosse utilizada em (8), o sentido seria outro: escavadora alguma conseguiria remover a pedra.


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Palavra do dia

war·fa·ri·na war·fa·ri·na


(inglês warfarin, de W[isconsin] A[lumni] R[esearch] F[oundation], sociónimo + [cum]arin, cumarina)
nome feminino

[Química]   [Química]  Substância (C19H16O4) usada como anticoagulante na prevenção de tromboses e na composição de raticidas. = VARFARINA

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/pimenta-de-coroa [consultado em 24-09-2021]