Pesquisa nas Definições por:

    assedas-mo

    estrigado | adj.

    Fino, assedado; ralo, pouco denso....


    adeito | n. m.

    Porção de linho, antes de assedado, e atado de forma que dá ideia de uma boneca....


    linheira | n. f.

    Mulher que prepara ou asseda o linho....


    linheiro | n. m. | adj.

    Aquele que asseda o linho....


    assedador | adj. n. m.

    Que ou o que asseda o linho....


    rastelar | v. tr.

    Tirar ao linho a estopa com o rastelo....


    ensedar | v. tr.

    Dar aparência de seda....


    estopa | n. f.

    Parte grossa do linho que fica no sedeiro quando o assedam....


    sedeiro | n. m.

    Utensílio, geralmente de madeira, com filas de dentes longos e finos de ferro ou aço, para assedar o linho....


    estrigar | v. tr.

    Dividir e atar em estrigas (o linho)....


    assedar | v. tr.

    Tornar macio e lustroso como a seda....


    sedar | v. tr.

    O mesmo que assedar....



    Dúvidas linguísticas


    Como devo passar para o discurso indirecto a frase: Eu chamo-me Paula. Discurso indirecto: Ela disse que se chamava Paula? ou Ela disse que se chama Paula?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?