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ardilosa

falaz | adj. 2 g.

Que engana ou ilude (ex.: argumento falaz)....


solerte | adj. 2 g.

Que usa meios desonestos para conseguir algo....


zafimeiro | adj.

Que age com manha ou astúcia....


banha | n. f.

Conversa ardilosa para enganar alguém....


falinha | n. f.

Conversa ardilosa e lisonjeira, feita com o intuito de obter algo....


marreta | n. f. | n. 2 g.

Martelo não tão grande como o marrão....


caraminhola | n. f.

Manobra ardilosa para enganar alguém....


picaretagem | n. f.

Acção ou comportamento ardiloso, típico de pessoa que procura desse modo aproveitar-se dos outros....


conversa | n. f.

Troca de palavras ou de frases entre dois ou mais interlocutores....


pirata | n. 2 g. | adj. 2 g.

Pessoa que cruza os mares para roubar os navios....


sapa | n. f.

Pá, geralmente usada para abrir fossos, trincheiras, caminhos subterrâneos....


simulador | adj. n. m. | n. m.

Que ou o que simula ou finge....


trafulha | adj. 2 g. n. 2 g. | n. f.

Que ou pessoa que diz ou faz trafulhices....


vigarista | adj. 2 g. | adj. 2 g. n. 2 g. | n. f.

Que denota vigarice....


cacheiro | adj. n. m. | n. m.

Que ou aquele que se esconde....


trêfego | adj.

Que se mexe muito; que não está quieto (ex.: menina trêfega)....



Dúvidas linguísticas



Como se classifica gramaticalmente a forma levemo-lo?
Gramaticalmente, levemo-lo corresponde a uma forma do verbo levar na primeira pessoa do plural do imperativo (ex.: amigos, levemos isto daqui já), seguido do pronome átono o, que assume a forma -lo por estar a seguir a uma forma verbal terminada num -s (que desaparece: levemos + o = levemo-lo).

A forma levemos, isoladamente, poderá corresponder também ao presente do conjuntivo (ex.: é preciso que levemos isto daqui), mas, como tem o pronome átono em posição enclítica (depois do verbo), não corresponde a esse tempo, pois o presente do conjuntivo é normalmente antecedido da conjunção que, com propriedades de atracção do pronome átono (ex.: é preciso que o levemos daqui), não sendo considerada gramatical uma construção proclítica nesse caso (ex.: *é preciso que levemo-lo daqui).




A palavra seje existe? Tenho um colega que diz que esta palavra pode ser usada na nossa língua.
Eu disse para ele que esta palavra não existe. Estou certo ou errado?
A palavra seje não existe. Ela é erradamente utilizada em vez de seja, a forma correcta do conjuntivo (subjuntivo, no Brasil) do verbo ser. Frases como “Seje bem-vindo!”, “Seje feita a sua vontade.” ou “Por favor, seje sincero.” são cada vez mais frequentes, apesar de erradas (o correcto é: “Seja bem-vindo!”, “Seja feita a sua vontade.” e “Por favor, seja sincero.”). A ocorrência regular de seje pode dever-se a influências de falares mais regionais ou populares, ou até mesmo a alguma desatenção por parte do falante, mas não deixa de ser um erro.

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