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pós-pombalino

pós-pombalinopós-pombalino | adj.
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pós-pombalino pós-pombalino


adjectivo
adjetivo

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estilo pombalino . Además, es durante esta intervención que un chafariz renacentista de tres caños es reinstalado. Originalmente situado en el Toural en 1583, este chafariz había sido trasladado al Largo Martins Sarmento, permaneciendo allí desde 1873 hasta 2011. Basílica de São Pedro (Guimarães) La

Em Luiz Martins

sua influência transbordou a época. Não foi só a obra fundadora do mito jesuítico, mas também um modelo para o antijesuitismo pós-pombalino . Marca um ciclo novo, um ciclo anti-reaccionário, antiobscurantista, antiescolástico. No fundo, instaurará uma mundividência e uma historiografia. Aliás, em

Em De Rerum Natura

da Madragoa é claro quanto à não permissão de demolição deste imóvel (conforme indicado no cadastro, foto1); * Na memória descritiva do projecto, o prédio é apresentado como sendo pós-pombalino , o que é ao contrário do que está escrito no PPRUM, que o regista como pré- pombalino (foto2); * No parecer

Em CIDADANIA LX

P orto de Lisboa em tons azuis reflectindo a fachada do edifício do antigo Arsenal de Marinha Pombalino impresso nas águas reconstituídas da antiga Doca da Caldeirinha. Primeiro edifício da Lisboa pós -terramoto, logo em 1758, ainda serve a nossa Marinha de Guerra, apesar de o Arsenal propriamente

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Dúvidas linguísticas


Pelo menos em termos náuticos, sempre ouvi designar HÉLICE como s.m. Nas minhas consultas, encontrei esta explicação : ..."Na verdade o termo se diferencia quanto ao seu uso. Concordo que se for tratar de geometria helicoidal o correto é feminino e quando tratamos da anatomia é masculino. Porém no caso da utilização náutica ou aeronáutica é usado no masculino se o meio fluido for líquido, e feminino se o meio fluido for gasoso. Ou seja, para a náutica usa-se "O hélice" e para a aeronáutica "A hélice".
Será que me podem ajudar ?
O género da palavra hélice não é consensualmente registado nas principais obras lexicográficas de referência e levanta várias questões problemáticas.

O Vocabulário da Língua Portuguesa (Coimbra: Coimbra Editora, 1966), de Rebelo Gonçalves, considerado uma das referências máximas na lexicografia portuguesa, regista hélice apenas como substantivo feminino, respeitando o étimo latino feminino helix, -icis com a seguinte nota em aditamento “Corrente, mas etimologicamente inexacto, o gén. masc.”.

Já o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, da Academia Brasileira de Letras (São Paulo: Global, 2009; versão online disponível em: http://www.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=23) classifica a palavra hélice como “s. f. s.2g.”, ou seja, como substantivo feminino e como substantivo de dois géneros (masculino e feminino).

Por sua vez, o Grande Vocabulário da Língua Portuguesa (Lisboa: Âncora Editora, 2001), de José Pedro Machado, regista hélice com indicação: “s. m. e s. f. , este o género preferível”. No entanto, em dicionários coordenados por este filólogo, como o Grande Dicionário da Língua Portuguesa (Porto: Amigos do Livro Editores, 1981), a palavra hélice surge classificada como “s. m. e f.”, classificação válida para todo o verbete. O Dicionário Lello Prático Ilustrado (Porto: Lello Editores, 2004) segue a mesma opção.

Se não parece haver dúvidas quanto à inexactidão do emprego do masculino por razões etimológicas (em latim, helix, -icis é feminino, tal como é feminino o grego héliks, -ikos, de que deriva), o mesmo já não parece suceder por razões de uso real da palavra. Por essa razão, alguns dicionários registam hélice como palavra feminina em alguns sentidos, mas masculina noutros [ver Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa (Lisboa: Academia das Ciências de Lisboa / Editorial Verbo, 2001), Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (Lisboa: Círculo de Leitores, 2002) ou Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa (Curitiba: Positivo, 2004), por exemplo]. Outras obras lexicográficas optaram por registar hélice como palavra feminina mas com indicação de “s. m. ou f.” em algumas acepções [ver Grande Dicionário Língua Portuguesa (Porto: Porto Editora, 2004), por exemplo].

Para tornar a questão ainda mais complexa, podemos referir que todos os dicionários consultados que registam a acepção de hélice relativa à anatomia, isto é, ao rebordo exterior do pavilhão da orelha, o fazem com a classificação de substantivo masculino (nesta acepção, a palavra é sinónima de hélix, vocábulo com a mesma etimologia, classificado unanimemente pelos dicionários como substantivo masculino). Esta unanimidade só pode ser explicada por uma tradição lexicográfica acrítica, pois uma palavra como antélice, que se refere também a uma estrutura anatómica da orelha, e que deriva de uma formação grega, é por sua vez classificada como substantivo feminino.

Pesquisas em corpora e em motores de busca revelam a flutuação de género de hélice mas, do ponto de vista lexicográfico, esta não pode ser justificação lógica para registar a palavra como masculina apenas em alguns sentidos. A ser seguido o critério do uso para justificar a classificação como palavra feminina ou masculina, ele teria de ser aplicado a todos os sentidos da palavra, pois há também ocorrências significativas de hélice como palavra masculina no campo da aeronáutica ou noutros contextos menos marcados do ponto de vista terminológico (ex.: a/o hélice da ventoinha está partida/o).

Pode dizer-se como conclusão que, face ao exposto acima, o uso de hélice como substantivo feminino é sempre defensável (excepto no campo da anatomia, por motivos terminológicos muito específicos). A argumentação de que a palavra é masculina no domínio da náutica e feminina no da aeronáutica parece carecer de fundamento lógico, uma vez que se trata do mesmo tipo de mecanismo; a haver uma oscilação de género, ela ocorre com os vários sentidos da palavra.




Na frase "Muitos meses passaram desde a morte de sua mãe." como classificamos a palavra "muitos"?
A palavra muito pode ter a classificação de pronome indefinido (ex.: Havia laranjas na árvore, mas muitas já estavam no chão.), determinante indefinido (ex.: Estava muita gente na repartição para ser atendida.), advérbio (ex.: O prédio é muito grande. Eles não trabalham muito.) ou substantivo masculino (ex.: Nunca lhe agradeceu o muito que ele fez por ela.). Na frase que refere, e como pode constatar pelos exemplos acima, a palavra muito tem a função de determinante indefinido, concordando em género e número com o nome a que se refere e especificando o seu sentido.
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Palavra do dia

quart·zo quart·zo


(francês quartz, do alemão Quarz)
nome masculino

[Mineralogia]   [Mineralogia]  Mineral duro e cristalino, composto de sílica, geralmente branco ou incolor e com brilho vítreo. = QUARÇO

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/p%C3%B3s-pombalino [consultado em 21-01-2022]