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morfo-

-morfo-morfo | elem. de comp.
morfo-morfo- | elem. de comp.
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

-morfo |ó|-morfo |ó|


(grego morfê, -ês, forma)
elemento de composição

Exprime a noção de forma (ex.: carpomorfo).


morfo- morfo-


(grego morfê, -ês, forma)
elemento de composição

Exprime a noção de forma (ex.: morfologia).

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folhas lanceoladas com ápices acuminados e caudados, com mucros muito alongados. Os mucros são descritos no estudo como sendo possíveis “ganchos” que lhes permitem agarrar-se a ramos adjacentes da planta parental ou mesmo de plantas vizinhas. Esta é uma característica morfo -funcional específica

Em Tupiniquim

: mulher chamada de Leila que é muito alta. Leptospirose: vírus que infetam o laptop. Carma: expressão para evitar o pânico. Impressora: mulher maluca chamada Dora. Morfologia: ciência que estuda o morfo . Novamente: indivíduo que renova a sua maneira de pensar. Pianista: mulher que passa o dia lavando no

Em oblogdamanela.blogs.sapo.pt

. Leptospirose: vírus que infetam laptop. Carma: expressão mineira para evitar o pânico. Locadora: mulher maluca chamada Dora. Morfologia: ciência que estuda o morfo . Novamente: indivíduo que renova sua maneira de pensar. Pianista: mulher que passa o dia na pia lavando louças. Quartzo: partze ou aposentzo de um

Em sacomucho.blogspot.com

anos (em Portugal, pelo menos, desde o século XII), apresenta caraterísticas morfo -funcionais idênticas às atuais, pelo menos há 1000 anos. Esta raça de cães de parar continentais, tem raízes remotas nos milenares cães de busca ibéricos. Ao longo dos séculos foi criado nos canis reais, da nobreza e do

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Em rosarywikihistorias.blogs.sapo.pt
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Dúvidas linguísticas


Em expressões como não análise, não excedente, não conhecimento, não aceitação, não provimento, etc., quando deve ser utilizado, ou não, o hífen?
A utilização do hífen em casos semelhantes aos apresentados é possível e até muito usual.

A palavra não, por se tratar de um advérbio, é uma palavra invariável usada geralmente para modificar um verbo (ex.: não comi), um adjectivo (ex.: pessoa não competente), outro advérbio (ex.: agindo não eficazmente) ou uma frase (ex.: não podemos deixar-nos adormecer) mas em geral não modifica substantivos. Por este motivo, é comum ligar este advérbio por hífen a um substantivo que se lhe segue, mas tal procedimento não é obrigatório, nem é regulado por qualquer indicação nos textos legais em vigor para a língua portuguesa.

O que é dito sobre o hífen no Acordo Ortográfico de 1945 (válido para o português europeu, mas muito semelhante ao que é dito no Formulário Ortográfico de 1943, válido para o português do Brasil) é bastante vago e nada esclarecedor sobre este assunto: “Emprega-se o hífen nos compostos em que entram, foneticamente distintos (e, portanto, com acentos gráficos, se os têm à parte), dois ou mais substantivos, ligados ou não por preposição ou outro elemento, um substantivo e um adjectivo, um adjectivo e um substantivo, dois adjectivos ou um adjectivo e um substantivo com valor adjectivo, uma forma verbal e um substantivo, duas formas verbais, ou ainda outras combinações de palavras, e em que o conjunto dos elementos, mantida a noção da composição, forma um sentido único ou uma aderência de sentidos.” (Base XXVIII [sublinhado nosso]).

O Acordo Ortográfico de 1990 não altera nada a este respeito.

O uso do hífen coloca então muitas dúvidas aos utilizadores da língua, pois não obedece geralmente a critérios lógicos, mas antes a convenções e muitas vezes é justificado devido à tradição de registo em dicionários de língua que funcionam como referência. Neste âmbito, surgem em muitos dicionários entradas com o elemento não- seguido de adjectivos, substantivos e verbos, mas como, em teoria, qualquer palavra de uma destas classes poderia ser modificada pelo advérbio não, o registo de todas as formas possíveis seria impraticável e de muito pouca utilidade para o consulente.

Em conclusão, podemos afirmar que o uso do hífen é possível para ligar o advérbio não a um substantivo; o uso do hífen para ligar o advérbio não a classes que são habitualmente modificadas por advérbios (verbos, adjectivos, advérbios) parece ser desnecessário, dadas as características da classe adverbial, mas nada o impede.




Gostaria de saber se o correto é às vezes ou as vezes. O as é com crase ou sem?
Sem um contexto específico não é possível determinar qual a expressão correcta. Se pretender utilizar uma locução que indica "em algumas ocasiões", deverá utilizar às vezes, expressão sinónima de por vezes ou algumas vezes (ex.: às vezes, perco a paciência). Se pretender referir apenas "os momentos, as ocasiões", deverá utilizar a expressão as vezes (ex.: são poucas as vezes em que perco a paciência).
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Palavra do dia

za·gai·ar za·gai·ar

- ConjugarConjugar

(zagaia + -ar)
verbo transitivo

1. Arremessar zagaia, tipo de lança curta.

2. Ferir ou matar com esse tipo de lança.

verbo transitivo e intransitivo

3. [Pesca]   [Pesca]  Pescar com zagaia, tipo de engodo artificial.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/morfo- [consultado em 27-09-2021]