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leguelhé

leguelhéleguelhé | n. 2 g.
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le·gue·lhé le·gue·lhé


(origem obscura)
nome de dois géneros

Pessoa insignificante. = JOÃO-NINGUÉM, LAGALHÉ, LHEGUELHÉ, NAGALHÉ, ZÉ-NINGUÉM

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Esta palavra no dicionário

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Dúvidas linguísticas


Eu gostaria de saber se a palavra pró-atividade se escreve junto ou sem hífen e o significado da mesma.
Os dicionários de língua portuguesa não são unânimes em relação à grafia destas palavras, que alternam entre pró-actividade (pró-atividade, no português do Brasil) e proactividade (proatividade, no português do Brasil) e pró-activo (pró-ativo, no português do Brasil) e proactivo (proativo, no português do Brasil), uma vez que existem ambos os prefixos (pró- e pro-) com o sentido “a favor" ou "em defesa de”. O prefixo pró- separa-se sempre do elemento seguinte por hífen (ex.: pró-actividade, pró-americano, pró-ocidental, pró-socialista) e o prefixo pro- nunca se separa do elemento que se lhe segue (ex.: proactividade, procataléctico, procatártico), pelo que nenhuma das grafias pode ser considerada incorrecta, apesar de se notar uma tendência mais acentuada, nas obras lexicográficas, para o uso do prefixo pró-. O uso e registo das formas proactivo e proactividade podem também estar relacionados com o facto de o étimo mais próximo dessas palavras ser o inglês proactive.

Pró-actividade é um conceito utilizado frequentemente na área de gestão de empresas e designa a capacidade que alguém ou algo tem de fazer com que determinadas coisas aconteçam ou se desenvolvam.

É de referir que, pelo menos até à entrada em vigor do Acordo Ortográfico de 1990, as formas proactividade e pró-actividade são exclusivas do português europeu e as formas proatividade e pró-atividade são exclusivas do português do Brasil.




A entrada de "vir", no sentido de "atingir o orgasmo", está classificada como verbo pronominal. Não será reflexo?
O Dicionário Priberam, como a maioria dos dicionários com subclassificação dos verbos, utiliza a classificação “verbo pronominal” para classificar:

1) a voz pronominal reflexa em casos de verbos transitivos em que a acção é realizada e sofrida pelo sujeito e o pronome pessoal corresponde a um complemento directo ou a um complemento indirecto (ex.: ele lavou-se).

2) a voz pronominal reflexa recíproca em casos de verbos transitivos que exprimem uma acção mútua por parte de um sujeito plural, complexo ou colectivo e em que o pronome pessoal corresponde a um complemento directo (ex.: eles agrediram-se).

3) verbos que contêm um pronome pessoal (chamado inerente) que não tem valor reflexo, recíproco, impessoal ou passivo, nem qualquer função sintáctica, mas que corresponde a uma propriedade lexical do próprio verbo; a acção é da responsabilidade do sujeito, mas não recai sobre si próprio (ex.: ele riu-se).

O verbo vir, na acepção “atingir o orgasmo”, parece enquadrar-se no grupo 3), razão pela qual, na nossa opinião, não deve classificar-se como reflexo mas sim como pronominal.

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Palavra do dia

y·oun·gui·a·no y·oun·gui·a·no


(Young, antropónimo + -iano)
adjectivo
adjetivo

1. Relativo a Arthur Young (1741-1820), economista e agrónomo inglês, ou às suas doutrinas.

2. Relativo a Edward Young (1683-1765), poeta e filósofo inglês, ou à sua escola.

3. Relativo a Thomas Young (1773-1829), médico, físico e egiptólogo inglês, ou às suas teorias.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/leguelh%C3%A9 [consultado em 26-09-2021]