Significado de lavrarem-se-mos

    A forma lavrarem-se-mospode ser [terceira pessoa plural do futuro do conjuntivo de lavrarlavrar] ou [terceira pessoa plural infinitivo flexionado de lavrarlavrar].

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    lavrarlavrar
    ( la·vrar

    la·vrar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Trabalhar com arado, charrua, etc.

    2. [Por extensão] [Por extensão] Amanhar, cultivar.

    3. Ornar de lavores ou relevos.

    4. Entalhar, cinzelar.

    5. Bordar.

    6. Aplainar (ex.: lavrar madeiras).

    7. Explorar (ex.: lavrar a mina).

    8. Ir-se alastrando por.

    9. Corroer.

    10. Proceder à feitura de documento escrito (ex.: lavrar a ata; lavrar uma sentença). = ESCREVER, EXARAR

    verbo intransitivo

    11. Alastrar-se.

    12. Tomar incremento.

    etimologiaOrigem:latim laboro, -are, trabalhar, estar em trabalhos, esforçar-se, sofrer, preocupar-se.

    Secção de palavras relacionadas

    iconeConfrontar: larvar.

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    Esta palavra no dicionário

    depascente | adj. 2 g.

    Que vai pascendo; que alastra; que lavra....


    Que lavra por sua conta e risco....


    lavradeiro | adj.

    Diz-se dos animais destinados à lavoura....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "lavrarem-se-mos" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Quanto a comparações de inigualdade, ou seja, de superioridade ou de inferioridade, existirá uma regra absoluta para decifrar se se usa que ou do que ou ambas estarão correctas em qualquer expressão dessa estrutura? Para um falante em que o Português não é a primeira língua, seria bastante útil. Incluo as seguintes expressões para vossa análise: 1) O castelo é mais antigo que a igreja. 2) Hoje as laranjas estão menos baratas que as maçãs. 3) Nós compramos mais livros que vendemos. 4) O Paulo é mais grande do que gordo. 5a) O João tem mais de um carro. b) O João tem mais dum carro. c) O João tem mais do que um carro. d) O João tem mais que um carro.