Significado de jugulámos-mo

    Será que queria dizer jugulamos-mo?

    A forma jugulámos-moé [primeira pessoa plural do pretérito perfeito do indicativo de jugularjugular].

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    jugular1jugular1
    ( ju·gu·lar

    ju·gu·lar

    )

    adjectivo de dois génerosadjetivo de dois géneros

    1. [Anatomia] [Anatomia] Relativo ao pescoço.

    nome feminino

    2. [Anatomia] [Anatomia] Cada uma das veias que transportam o sangue venoso da cabeça até à veia cava superior (ex.: jugular externa direita; jugular externa esquerda; jugular interna direita; jugular interna esquerda). = VEIA JUGULAR

    etimologiaOrigem:latim jugulus, -i, goelas, garganta + -ar.

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    jugular2jugular2
    ( ju·gu·lar

    ju·gu·lar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Cortar a cabeça ou o pescoço de. = DECAPITAR, DEGOLAR

    2. Causar a morte de. = ASSASSINAR, MATAR

    3. Evitar que se desenvolva. = DEBELAR, EXTINGUIR

    4. Controlar sentimentos, desejos ou vontades. = DOMINAR, SUBJUGAR

    etimologiaOrigem:latim jugulo, -are.

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    Esta palavra no dicionário

    jugulador | adj. n. m.

    Que ou o que jugula....


    jugulado | adj.

    Que se jugulou ou que ficou sem a cabeça....


    decapitado | adj.

    Que se decapitou ou que ficou sem a cabeça (ex.: estátua decapitada)....


    juguleira | n. f.

    Cada uma das depressões longitudinais por onde passam as jugulares (no pescoço dos equídeos)....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "jugulámos-mo" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Quais as colocações corretas? Ou todas estão incorretas?
      Maria subiu em cima da mesa e pisou forte.
      Carlos entrou dentro do carro e foi embora.
      João entrou dentro da casa do seu tio e quebrou tudo.

      Maria subiu na mesa e pisou forte.
      Carlos entrou no carro e foi embora.
      João entrou na casa do seu tio e quebrou tudo.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?