Significado de infiltrasse-tos

    A forma infiltrasse-tospode ser [primeira pessoa singular do pretérito imperfeito do conjuntivo de infiltrarinfiltrar] ou [terceira pessoa singular do pretérito imperfeito do conjuntivo de infiltrarinfiltrar].

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    infiltrarinfiltrar
    ( in·fil·trar

    in·fil·trar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo e pronominal

    1. Fazer entrar ou penetrar, como através de um filtro (ex.: infiltrar o medicamento; a água infiltrou-se na parede).

    2. Introduzir ou introduzir-se a pouco e pouco; fazer penetrar ou penetrar lentamente. = IMBUIR, INSINUAR

    3. Inserir ou inserir-se secreta ou sub-repticiamente numa organização, num grupo ou numa região, geralmente para espiar ou para agir segundo um plano.

    etimologiaOrigem:in- + filtrar.

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    Esta palavra no dicionário

    infiltrante | adj. 2 g.

    Que se infiltra (ex.: águas infiltrantes)....


    enfisema | n. m.

    Tumefação mole causada pela infiltração de ar no tecido celular....


    ninjútsu | n. m.

    Arte marcial de origem japonesa, que, entre outras, inclui técnicas de camuflagem e infiltração....


    sinoviortese | n. f.

    Procedimento que consiste na infiltração de uma substância terapêutica, por exemplo, um corticoide, no interior de uma articulação....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "infiltrasse-tos" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Se me permitem, vou transcrever-vos duas frases que me surgiram e alterei, por senti-las erradas. Agradeço antecipadamente a vossa ajuda.

      Frase 1: A estabilidade e a sincronização facultam-nos o grau de previsibilidade que precisamos para funcionarmos como indivíduos em grupos sociais e especialmente na economia.
      Para além de ter corrigido o que precisamos - parece-me que deve ser de que precisamos, lá vem a grande questão. Transformei o funcionarmos em funcionar. De que precisamos para funcionar. Puro instinto, e espero que acertado. Há uma regra geral?

      Frase 2: E das velhinhas enregeladas, nas escadarias dos edifícios públicos, a tentar vender uma esferográfica ou uma pega de cozinha – os seus únicos pertences.
      Aqui foi o contrário. Achei que o correcto seria a tentarem vender.