Significado de garanti-a

    A forma garanti-apode ser [primeira pessoa singular do pretérito perfeito do indicativo de garantirgarantir], [segunda pessoa plural do imperativo de garantirgarantir] ou [nome feminino].

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    garantiagarantia
    ( ga·ran·ti·a

    ga·ran·ti·a

    )

    nome feminino

    1. Fiança; caução; penhor; o que é garantido (por um ato qualquer).


    garantias constitucionais

    •Direitos e regalias dos cidadãos constituídos em Estado constitucional.

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    garantirgarantir
    ( ga·ran·tir

    ga·ran·tir

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Afiançar.

    2. Afirmar como certo.

    3. Servir de garantia.

    4. Asseverar.

    5. Abonar.

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    • Significado de garantia

    Auxiliares de tradução

    Traduzir "garanti-a" para: Espanhol Francês Inglês

    Esta palavra no dicionário

    garantido | adj.

    Afiançado; cuja boa qualidade é afiançada, sob pena de rescisão do contrato de venda....


    Que assegura ou serve para assegurar ou garantir alguma coisa (ex.: cláusula assecuratória)....


    cheque | n. m.

    Documento que representa uma ordem de pagamento à vista sobre casa onde se tem valores....


    gage | n. m.

    Objeto que se dá como garantia de pagamento de uma dívida....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "garanti-a" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?