Significado de excetueis-mos

    A forma excetueis-mosé [segunda pessoa plural do presente do conjuntivo de exceptuarexcetuarexcetuar].

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    exceptuarexcetuarexcetuar
    |eiscèt| ou |escét| |eiscèt| ou |escét| |eiscèt| ou |escét|
    ( ex·cep·tu·ar ex·ce·tu·ar

    ex·ce·tu·ar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Excluir; não compreender em.

    2. Sentar.

    3. Desviar da regra comum.

    4. [Direito] [Direito] Propor exceção em juízo. = EXCECIONAR

    etimologiaOrigem:exceto + -uar.

    Secção de palavras relacionadas

    sinonimo ou antonimo Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: excetuar.
    sinonimo ou antonimo Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990: exceptuar.
    grafiaGrafia no Brasil:excetuar.
    grafiaGrafia em Portugal:exceptuar.

    Histórico de pesquisas

    A palavra "excetueis-mos" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
      Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
      Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
      Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
      Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.