Significado de estuporarem-se

    A forma estuporarem-sepode ser [terceira pessoa plural do futuro do conjuntivo de estuporarestuporar] ou [terceira pessoa plural infinitivo flexionado de estuporarestuporar].

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    estuporarestuporar
    ( es·tu·po·rar

    es·tu·po·rar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo e pronominal

    1. Causar ou sofrer estupor, entorpecimento.

    2. [Figurado] [Figurado] Deixar ou ficar surpreendido, espantado. = ASSOMBRAR, ESPANTAR, PASMAR

    3. Deixar ou ficar exausto.

    4. Causar ou sofrer estrago. = DETERIORAR, ESTRAGAR

    verbo pronominal

    5. [Informal] [Informal] Tornar-se estupor; tornar-se desprezível, abjeto. = AVILTAR

    6. [Informal] [Informal] Ficar furioso. = IRRITAR, ZANGAR

    7. [Informal] [Informal] Morrer.

    etimologiaOrigem:estupor + -ar.

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    Esta palavra no dicionário

    estuporar | v. tr. e pron. | v. pron.

    Causar ou sofrer estupor, entorpecimento....


    Ato ou efeito de estuporar ou de se estuporar....

    Histórico de pesquisas

    A palavra "estuporarem-se" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
      Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
      Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
      Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
      Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.