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disputável

disputáveldisputável | adj. 2 g.
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dis·pu·tá·vel dis·pu·tá·vel


adjectivo de dois géneros
adjetivo de dois géneros

Que pode ser disputado.

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disputável ..

Em Altamiro Borges

...adversário a altura dos Estados Unidos da América, era ter uma moeda forte e disputável ..

Em evaneucio1.blogs.sapo.pt

as humanas), cuja “cientificidade” é por inerência e definição sempre disputável (Isaiah Berlin, Against the Current , 1989)..

Em AGORA BLOGO EU

...(e menos ainda com as humanas), cuja “cientificidade” é por inerência e definição sempre disputável (Isaiah Berlin, Against

Em BLASFÉMIAS

presunção de que a partilha de felicidade gera felicidade nos outros é igualmente disputável ..

Em pensamentos desblogueados
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Dúvidas linguísticas


Monitorar ou monitorizar?
Os verbos monitorar e monitorizar são formações correctas a partir do substantivo monitor, a que se junta o sufixo verbal -ar ou -izar, e têm o mesmo significado, pelo que são sinónimos. A opção por um ou por outro cabe ao utilizador; no entanto, os dicionários que seguem a norma europeia da língua portuguesa parecem preferir a forma monitorizar, pois é esta a única forma que aparece registada no Grande Dicionário Língua Portuguesa (Porto Editora, 2004) ou no Grande Vocabulário da Língua Portuguesa, de José Pedro Machado (Âncora Editora, 2001) e a edição portuguesa do Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (Círculo de Leitores, 2002) remete monitorar para monitorizar. Os dicionários que seguem a norma brasileira da língua portuguesa remetem geralmente monitorizar para monitorar, como é o caso da edição brasileira do Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (Objetiva, 2001) ou do Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa (Positivo, 2004).



Li hoje uma citação de José Régio que dizia: "Um deles morreu lá dentro e ninguém 'no' foi buscar". Pergunto: por que o pronome oblíquo "o" assume nesse caso a forma "no"? Também poderia ser escrito: "...e ninguém o foi buscar"? Poderiam dar também mais algum outro exemplo do uso desse tipo de colocação especial, e como usá-la da maneira correta?
A frase Um deles morreu lá dentro e ninguém no foi buscar é equivalente a Um deles morreu lá dentro e ninguém o foi buscar, com nasalização do pronome átono o após nasal (na sílaba final de ninguém).

O pronome átono o (com as flexões -a, -os, -as) assume regularmente a forma -no (com as flexões -na, -nos, -nas) quando é antecedido de uma forma verbal terminada em nasal (ex.: levem + o = levem-no), normalmente -am, -em, -ão ou -õe (ex.: limpam-no, limpem-no, dão-nos, põe-na, põem-nos).

Este comportamento acontece também, mas não como regra, antes num registo de língua considerado popular, em contextos com o pronome átono antecedido de nasal, nomeadamente em advérbios como não, bem ou pronomes como alguém, ninguém, quem (ex.: espero não na ver; ninguém no sabe; quem nas viu não disse nada).

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Palavra do dia

lã·-de·-ca·me·lo |ê|lã·-de·-ca·me·lo |ê|lã de ca·me·lo |ê|


nome feminino

Tecido de lã com fio de seda. = GINGELINA, GINGERLINA

Plural: lãs-de-camelo.Plural: lãs-de-camelo.

• Grafia no Brasil: lã de camelo.

• Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: lã de camelo.
• Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990: lã-de-camelo


• Grafia em Portugal: lã-de-camelo.
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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/disput%C3%A1vel [consultado em 16-01-2022]