Significado de discrepasses

    A forma discrepassesé [segunda pessoa singular do pretérito imperfeito do conjuntivo de discrepardiscrepar].

    Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!
    discrepardiscrepar
    ( dis·cre·par

    dis·cre·par

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo e intransitivo

    Ser discrepante ou diferente; não estar de acordo (ex.: não há mal nenhum em discrepar da opinião mais consensual; os números da adesão à greve discrepam). = DIFERIR, DISCORDAR, DIVERGIR ≠ CONCORDAR, CONVERGIR

    etimologiaOrigem:latim discrepo, -are, estar desafinado, dar um som diferente, diferir.

    Secção de palavras relacionadas

    Esta palavra no dicionário

    desconcordar | v. tr. | v. intr.

    Pôr em desconcordância....


    desmentir | v. tr.

    Contraditar; contradizer....


    discordar | v. tr. e intr. | v. intr.

    Não estar de acordo (ex.: discordar de uma decisão; discordo de que essa seja a melhor solução; apenas discordam nos termos do contrato; raramente discordamos)....


    discrepar | v. tr. e intr.

    Ser discrepante ou diferente; não estar de acordo (ex.: não há mal nenhum em discrepar da opinião mais consensual; os números da adesão à greve discrepam)....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "discrepasses" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Gostaria de esclarecer algumas dúvidas relacionadas à ortografia dos vocábulos tecno-social e socioideológico. Além disso, gostaria de consultá-los sobre a ortografia de trouxada ("Ia eu, em rapazola, e mais outro, levando uma vaca caracu, trouxada e afrontada...") e iapa ("Às vezes, é o descuidado cavaleiro que já vai todo tranqüilo assobiando, quando a iapa do velho toca uma caixa de marimbondos que ferram o danado do cavalo, que dana a pular e larga o cabra na poeira.").
      Estes exemplos foram tirados de dois contos regionalistas e não encontro registro dessas palavras em nenhum dicionário.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?