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descorado

A forma descoradopode ser [masculino singular particípio passado de descorardescorar] ou [adjectivoadjetivo].

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descoradodescorado
|cò| |cò|
( des·co·ra·do

des·co·ra·do

)


adjectivoadjetivo

1. Falto de cor. = LÍVIDO, PÁLIDOCORADO

2. Que perdeu a cor. = DESBOTADO

etimologiaOrigem etimológica:particípio de descorar.
descorar1descorar1
|cò| |cò|
( des·co·rar

des·co·rar

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo transitivo

1. Fazer perder (total ou parcialmente) a cor a.


verbo intransitivo e pronominal

2. Perder as cores.

3. Tornar-se pálido.

etimologiaOrigem etimológica:des- + corar.
Confrontar: descurar.
descorar2descorar2
( des·co·rar

des·co·rar

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo transitivo

1. Esquecer.

2. Não ter cuidado com. = DESCUIDAR

etimologiaOrigem etimológica:des- + [de]corar.
Confrontar: descurar.

Auxiliares de tradução

Traduzir "descorado" para: Espanhol Francês Inglês


Dúvidas linguísticas



Tenho verificado a existência, ao longo do país , de repetição de topónimos; por exemplo: Trofa, Gondar, Bustelo. Qual é a etimologia dessas palavras?
Segundo o Dicionário Onomástico Etimológico da Língua Portuguesa (3.ª ed., Lisboa: Livros Horizonte, 3 vol., 2003), de José Pedro Machado, o topónimo Bustelo, muito frequente em Portugal e na Galiza, talvez seja diminutivo de busto ‘campo de pastagem’. Quanto a Gondar, o autor aventa a hipótese de provir de uma hipotética forma gótica (ou goda) Gunthi-harjis ‘exército para combate’. Por fim, o topónimo Trofa é de origem obscura.



Qual das expressões é a correcta: de forma a ou por forma a? Caso ambas estejam correctas, qual a diferença entre elas e quando usar uma ou outra?
As duas expressões estão correctas e são locuções prepositivas sinónimas, significando ambas “para”, “a fim de” ou “de modo a” e indicando um fim ou objectivo (ex.: procedeu cautelosamente de forma a/por forma a evitar erros), sendo a locução por forma a menos usada que de forma a, como se pode verificar pela pesquisa em corpora e motores de busca na internet. Ambas se encontram registadas em dicionários de língua portuguesa.

Estas duas expressões, construídas com a preposição a, pertencem a um conjunto de locuções (do qual fazem parte de modo a ou de maneira a) cujo uso é desaconselhado por alguns puristas, com o argumento de que se trata de expressões de influência francesa, o que, neste caso, não parece constituir argumento suficiente para as considerar incorrectas. Acresce ainda que, em qualquer dos casos, locuções prepositivas como de/por forma a, de maneira a ou de modo a desempenham a mesma função da preposição para, que neste contexto introduz frases subordinadas infinitivas adverbiais de fim (ex.: procedeu cautelosamente para evitar erros), da mesma forma que, com alterações ao nível dos tempos verbais, as locuções conjuncionais de/por forma que, de maneira que ou de modo que desempenham a função da locução conjuncional para que, que neste contexto introduz frases subordinadas finitas adverbiais de fim (ex.: procedeu cautelosamente para que evitasse erros). Não parece assim haver motivo para deixar de usar umas ou outras.