Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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desbunda

desbundadesbunda | n. f.
3ª pess. sing. pres. ind. de desbundardesbundar
2ª pess. sing. imp. de desbundardesbundar
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

des·bun·da des·bun·da


(derivação regressiva de desbundar)
nome feminino

1. [Informal]   [Informal]  Acto ou efeito de desbundar.

2. [Informal]   [Informal]  Grande folia, diversão. = FARRA

3. [Informal]   [Informal]  Perda de compostura. = DESCOMEDIMENTO


des·bun·dar des·bun·dar

- ConjugarConjugar

(des- + bunda + -ar)
verbo transitivo

1. [Informal]   [Informal]  Causar sensação, impacto. = DESLUMBRAR

verbo intransitivo

2. [Informal]   [Informal]  Perder o controlo, a compostura.

3. [Informal]   [Informal]  Divertir-se euforicamente. = FARRAR

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Dúvidas linguísticas


Quanto a comparações de inigualdade, ou seja, de superioridade ou de inferioridade, existirá uma regra absoluta para decifrar se se usa que ou do que ou ambas estarão correctas em qualquer expressão dessa estrutura? Para um falante em que o Português não é a primeira língua, seria bastante útil. Incluo as seguintes expressões para vossa análise: 1) O castelo é mais antigo que a igreja. 2) Hoje as laranjas estão menos baratas que as maçãs. 3) Nós compramos mais livros que vendemos. 4) O Paulo é mais grande do que gordo. 5a) O João tem mais de um carro. b) O João tem mais dum carro. c) O João tem mais do que um carro. d) O João tem mais que um carro.
As frases de 1) a 5) apresentam diferentes construções de comparativos relativos de superioridade e de inferioridade.

Em português, é possível formar os graus comparativos de superioridade e de inferioridade dos adjectivos usando os advérbios mais e menos seguidos da locução do que (ex.: o castelo é mais antigo do que a igreja; a igreja é menos antiga do que o castelo), podendo haver omissão da contracção da preposição de com o pronome demonstrativo invariável o (ex.: o castelo é mais antigo que a igreja; a igreja é menos antiga que o castelo). Esta construção aplica-se às frases apontadas em 1), 2) e 4).

Na frase 3) está presente um comparativo de superioridade relativo a um substantivo (ex.: nós compramos mais livros [do] que vendemos), sendo nesse caso a palavra mais um determinante indefinido.

Relativamente às frases em 5), trata-se de uma comparação (de superioridade) de quantidade relativamente a um numeral (um). Neste tipo de comparação é possível uma construção análoga àquela usada para exprimir o grau comparativo do adjectivo, isto é, a estrutura mais (do) que seguida do numeral e de um substantivo, como nas frases 5c) e 5d). Alternativamente, é possível ainda utilizar as construções presentes em 5a) e 5b), que correspondem à locução comparativa mais de seguida de numeral e que diferem apenas na contracção (de + um = dum).

Para além destas quatro construções comparativas, é ainda possível estabelecer comparativos antes de verbos (ex.: consegue ver mais ao longe [do] que ao perto), de advérbios (ex.: põe esse quadro mais acima [do] que este) ou de preposições (ex.: o gato passa mais por aqui [do] que por ali).




Gostaria de saber se alguma das seguintes frases está incorrecta: 1. O carro podê-lo-ia ter atropelado; 2. O carro poderia tê-lo atropelado.
Por favor, consulte uma dúvida muito semelhante em mesóclise e verbos auxiliares. Especificamente sobre este exemplo, deve dizer-se que o pronome pessoal átono (ou clítico) o é normalmente colocado em posição enclítica (isto é, depois do verbo) relativamente ao verbo principal (ex.: poderia atropelá-lo), do qual depende semanticamente. No caso da frase em análise, trata-se de um tempo composto, construído com o verbo auxiliar ter e o particípio passado do verbo atropelar, pelo que o pronome é colocado em posição enclítica relativamente ao verbo auxiliar (ex.: poderia tê-lo atropelado).
Esta é a posição mais consensual e menos polémica, mas há verbos, como poder, cujo comportamento se aproxima do de um verbo auxiliar e esse comportamento torna aceitável a posição enclítica relativamente a este verbo. Se se tratar do modo condicional ou do futuro do indicativo, o pronome terá de ser mesoclítico, isto é, deverá ocorrer no meio da forma verbal (ex.: podê-lo-ia atropelar, podê-lo-á atropelar). Se houver outro verbo auxiliar na locução verbal, como na frase em apreço, a mesóclise no verbo poder é também possível, embora de aceitação menos generalizada (ex.: podê-lo-ia ter atropelado).

Adicionalmente, e porque os clíticos correspondem a uma questão complexa, poderá pesquisar, na caixa de pesquisa das dúvidas linguísticas, o tópico clíticos ou o tópico pronomes.

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Palavra do dia

ga·nhão ga·nhão


(ganhar + -ão)
nome masculino

1. Indivíduo sem ofício especializado que trabalha com pagamento de salário diário. = GANHADEIRO, JORNALEIRO

2. Trabalhador agrícola que não é especializado. = GANHADEIRO

3. [Depreciativo]   [Depreciativo]  Indivíduo rude, grosseiro. = RÚSTICO

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/desbunda [consultado em 08-05-2021]