Significado de coletivizador

    A forma coletivizadorpode ser [derivação masculino singular de colectivizarcoletivizarcoletivizar] ou [adjectivoadjetivo].

    Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!
    colectivizadorcoletivizadorcoletivizador
    |dô| |dô| |dô|
    ( co·lec·ti·vi·za·dor co·le·ti·vi·za·dor

    co·le·ti·vi·za·dor

    )

    adjectivoadjetivo

    1. Que torna coletivo.

    2. Que pretende tornar os meios de produção comuns a toda a sociedade (ex.: processo coletivizador).

    etimologiaOrigem:coletivizar + -dor.

    Secção de palavras relacionadas

    sinonimo ou antonimo Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: coletivizador.
    sinonimo ou antonimo Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990: colectivizador.
    grafiaGrafia no Brasil:coletivizador.
    grafiaGrafia em Portugal:colectivizador.
    colectivizarcoletivizarcoletivizar
    ( co·lec·ti·vi·zar co·le·ti·vi·zar

    co·le·ti·vi·zar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo e pronominal

    1. Tornar ou tornar-se coletivo.

    2. Transformar ou transformar-se segundo princípios do coletivismo.

    etimologiaOrigem:coletivo + -izar.

    Secção de palavras relacionadas

    sinonimo ou antonimo Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: coletivizar.
    sinonimo ou antonimo Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990: colectivizar.
    grafiaGrafia no Brasil:coletivizar.
    grafiaGrafia em Portugal:colectivizar.

    Histórico de pesquisas

    A palavra "coletivizador" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Tenho uma dúvida na utilização dos pronomes "lhe" ou "o". Por exemplo, nesta frase, qual é a forma correta: "para Carlos não lhe perturbava a existência, ou mesmo a necessidade dos movimentos da vanguarda" ou " para Carlos não o perturbava a existência, ou mesmo a necessidade dos movimentos da vanguarda"?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?