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colchete

A forma colchetepode ser [primeira pessoa singular do presente do conjuntivo de colchetarcolchetar], [terceira pessoa singular do imperativo de colchetarcolchetar], [terceira pessoa singular do presente do conjuntivo de colchetarcolchetar] ou [nome masculino].

Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!
colchetecolchete
|ê| |ê|
( col·che·te

col·che·te

)
Imagem

Par de peças de metal que serve para abotoar, composta de gancho (macho) e de olhal (fêmea).


nome masculino

1. Par de peças de metal que serve para abotoar, composta de gancho (macho) e de olhal (fêmea).Imagem

2. Gancho duplo em que nos talhos se pendura a carne.

3. [Ortografia] [Ortografia] Cada um dos sinais gráficos do par [ ], com diversas utilizações, nomeadamente para delimitar transcrições fonéticas, para indicar que se incluiu ou suprimiu texto, etc., e ainda com as mesmas utilizações dos parênteses curvos, intercalando um segmento que já contém parênteses curvos. = PARÊNTESE RECTO

4. [Ortografia] [Ortografia] Cada um dos sinais gráficos do par { } que abrange vários artigos da mesma espécie. = CHAVE, CHAVETA

etimologiaOrigem etimológica:francês crochet, gancho.
colchetarcolchetar
( col·che·tar

col·che·tar

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo transitivo

Enganchar o colchete na colcheta.

Auxiliares de tradução

Traduzir "colchete" para: Espanhol Francês Inglês


Dúvidas linguísticas



Como se deve dizer? Filhó (singular) Filhós (plural) ou Filhós (singular) Filhoses (plural)?
A palavra filhós, por analogia com palavras terminadas pelo mesmo som (ex.: retrós, voz), forma o plural filhoses (ex.: escolheu a filhós mais pequena; as filhoses ainda estão quentes). Trata-se de uma variante da palavra filhó que, por sua vez, forma o plural filhós (ex.: a filhó é um doce típico do Natal; comeu duas filhós). Ao processo de uma forma plural passar a ser empregue para designar também o singular, Evanildo Bechara dá o nome de "plural cumulativo" (ver Moderna Gramática Portuguesa, Rio de Janeiro: Editora Lucerna, 2002, pp. 128-129). O mesmo fenómeno acontece com os substantivos ilhó e ilhós, eiró e eirós, lilá e lilás, por exemplo.

Apesar de alguns autores condenarem o uso da forma filhós para designar o singular, a mesma e o respectivo plural filhoses surgem atestados nas principais obras lexicográficas de língua portuguesa, como o Vocabulário da Língua Portuguesa (Coimbra: Coimbra Editora, 1966), de Rebelo Gonçalves, o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa (Lisboa: Academia das Ciências de Lisboa / Editorial Verbo, 2001) ou o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, (Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 2001 / Lisboa: Círculo de Leitores, 2002).




A palavra seje existe? Tenho um colega que diz que esta palavra pode ser usada na nossa língua.
Eu disse para ele que esta palavra não existe. Estou certo ou errado?
A palavra seje não existe. Ela é erradamente utilizada em vez de seja, a forma correcta do conjuntivo (subjuntivo, no Brasil) do verbo ser. Frases como “Seje bem-vindo!”, “Seje feita a sua vontade.” ou “Por favor, seje sincero.” são cada vez mais frequentes, apesar de erradas (o correcto é: “Seja bem-vindo!”, “Seja feita a sua vontade.” e “Por favor, seja sincero.”). A ocorrência regular de seje pode dever-se a influências de falares mais regionais ou populares, ou até mesmo a alguma desatenção por parte do falante, mas não deixa de ser um erro.