Significado de coexistíreis-me

    A forma coexistíreis-meé [segunda pessoa plural do pretérito mais-que-perfeito do indicativo de coexistircoexistir].

    Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!
    coexistircoexistir
    |z| |z|
    ( co·e·xis·tir

    co·e·xis·tir

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo intransitivo

    Existir junta ou simultaneamente.

    etimologiaOrigem:co- + existir.

    Secção de palavras relacionadas

    Auxiliares de tradução

    Traduzir "coexistíreis-me" para: Espanhol Francês Inglês

    Esta palavra no dicionário

    coexistente | adj. 2 g.

    Que coexiste ou é simultâneo....


    periscolar | adj. 2 g.

    Que coexiste com o ensino escolar (clubes desportivos, colónias de férias, etc.)....


    incoexistente | adj. 2 g.

    Que não existe em simultâneo com algo ou alguém; que não coexiste....


    sabir | n. m.

    Sistema de comunicação com origem medieval, usado na zona mediterrânica para estabelecer relações comerciais e para comunicações básicas, nascido do contato entre comunidades de falantes que não partilhavam a mesma língua....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "coexistíreis-me" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Gostaria de esclarecer algumas dúvidas relacionadas à ortografia dos vocábulos tecno-social e socioideológico. Além disso, gostaria de consultá-los sobre a ortografia de trouxada ("Ia eu, em rapazola, e mais outro, levando uma vaca caracu, trouxada e afrontada...") e iapa ("Às vezes, é o descuidado cavaleiro que já vai todo tranqüilo assobiando, quando a iapa do velho toca uma caixa de marimbondos que ferram o danado do cavalo, que dana a pular e larga o cabra na poeira.").
      Estes exemplos foram tirados de dois contos regionalistas e não encontro registro dessas palavras em nenhum dicionário.


      Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
      Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
      Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
      Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
      Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.