Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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Dúvidas linguísticas


A minha dúvida prende-se com a palavra rubrica. Julgo que é utilizada para designar um tipo de assinatura, mas também como sinónimo de assunto. A entoação da palavra é diferente nos dois casos, mas a ortografia é igual?
Deverá pronunciar sempre /rubríca/ e não /rúbrica/.

Como poderá verificar ao consultar o verbete rubrica no Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, esta palavra tem vários sentidos ou acepções, alguns dos quais correspondem aos apontados na sua questão.

No que diz respeito à sua pronúncia, esta palavra só pode ser pronunciada correctamente como palavra grave, com acento de intensidade na penúltima sílaba: ru['bri]ca (a plica que surge na transcrição entre parênteses rectos corresponde ao acento de intensidade na sílaba -bri-), independentemente do sentido em que é utilizada. Esta acentuação deriva do étimo latino desta palavra, cuja penúltima sílaba era pronunciada como longa.

A pronúncia desta palavra como palavra esdrúxula, isto é, *['ru]brica, com acento de intensidade na antepenúltima sílaba, é incorrecta (como indica o asterisco), apesar de muito difundida, e só poderia ser aceite caso a ortografia desta palavra fosse *rúbrica (forma não atestada em nenhuma obra de referência).

Esta é uma questão de adequação ortografia/pronúncia segundo as regras ortográficas do português e o Acordo Ortográfico de 1990 não alterou nada neste âmbito.




“Daniel Sampaio visitou a escola que frequentara, mas constatou que tudo estava diferente, ainda que o espaço físico fosse o mesmo.”
Tenho algumas dúvidas na divisão e classificação das orações da frase acima e ainda nas funções sintácticas desempenhadas pelas seguintes palavras na mesma frase:
- a escola
- Daniel Sampaio
- tudo
- diferente
Será que me poderiam esclarecer?
A frase transcrita contém 5 orações: 1) Daniel Sampaio visitou a escola (oração subordinante); 2) que frequentara (oração subordinada adjectiva relativa restritiva); 3) mas constatou (oração coordenada adversativa); 4) que tudo estava diferente (oração subordinada substantiva integrante) e 5) ainda que o espaço físico fosse o mesmo (oração subordinada adverbial concessiva).
Relativamente às funções sintácticas, na oração “Daniel Sampaio visitou a escola que frequentara”, “Daniel Sampaio” desempenha a função de sujeito (é com essa expressão que o verbo concorda) e a “escola que frequentava” é o complemento directo (a expressão “a escola” é apenas uma parte do complemento directo). Na oração “que tudo estava diferente”, “tudo” desempenha a função de sujeito e “diferente” a função de predicativo do sujeito.
A nomenclatura da classificação das orações ou das funções sintácticas pode variar, mas esta é uma classificação possível.

Palavra do dia

fal·sa·-bra·ga fal·sa·-bra·ga
(falsa, feminino de falso + braga)
substantivo feminino

[Fortificação]   [Fortificação]  Espécie de muro entre a muralha e o fosso. = BARBACÃ

Plural: falsas-bragas.Plural: falsas-bragas.
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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/absattelnd [consultado em 06-12-2019]