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    sonho-mo

    falto | adj.

    Que tem necessidade, carência de algo; que precisa de (ex.: estavam faltos de víveres)....


    hipnoide | adj. 2 g.

    Diz-se de um estado psíquico orlado por certas substâncias, que é semelhante ao sonho, mas sem ser acompanhado de sono....


    sonhado | adj.

    Visto ou ouvido em sonho....


    onirismo | n. m.

    Estado de espírito em que este, em vigília, se absorve em sonhos, fantasias ou ideias quiméricas....


    onirodinia | n. f.

    Dor que se sente em sonhos....


    onirogmo | n. m.

    Polução noturna em consequência de sonho lascivo....


    onirópolo | n. m.

    Aquele que interpreta sonhos....


    revistaria | n. f.

    Estabelecimento comercial onde se vendem sobretudo revistas e jornais (ex.: o sonho de abrir uma revistaria era antigo)....


    rêverie | n. f.

    Produto da imaginação ou do sonho....


    íncubo | adj. | adj. n. m. | n. m.

    Que se põe ou se deita por cima....


    súcubo | adj. | adj. n. m.

    Que se deita ou põe por baixo....


    onírico | adj.

    Relativo a sonhos (ex.: ambiente onírico; divagações oníricas)....


    oniro- | elem. de comp.

    Exprime a noção de sonho (ex.: onirismo)....


    utopia | n. f.

    Ideia ou descrição de um país ou de uma sociedade imaginários em que tudo está organizado de uma forma superior e perfeita....


    sonhador | adj. n. m.

    Que ou aquele que sonha....



    Dúvidas linguísticas


    Como devo passar para o discurso indirecto a frase: Eu chamo-me Paula. Discurso indirecto: Ela disse que se chamava Paula? ou Ela disse que se chama Paula?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?