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    recorda

    Usa-se a propósito de homens que tiveram um momento de glória e dos quais resta recordação apagada; é expressão de Lucano alusiva a Pompeu, que perdeu, sob a toga, as virtudes guerreiras (também em Séneca, o Trágico)....


    Emprega-se para recordar a duração efémera da felicidade e a saudade de um bem que se perdeu....


    moimento | n. m.

    Monumento fúnebre....


    relembrança | n. f.

    Ato de relembrar ou de trazer outra vez à memória....


    Faculdade de reter e reproduzir conhecimentos adquiridos....


    adágio | n. m.

    Espécie de provérbio que recorda com seriedade o que é usual....


    monumento | n. m.

    Construção ou obra que transmite a recordação de alguém ou de algum facto memorável....


    onomatomania | n. f.

    Dificuldade ou impossibilidade intelectual de recordar-se do vocábulo ou expressão que se procura....


    ontem | adv. | n. m.

    Tempo passado (ex.: recordar o ontem; não podemos pensar apenas nos ontens gloriosos)....


    lembradura | n. f.

    Aquilo que fica retido na memória (ex.: foi bom recordar lembraduras da infância)....


    recordatório | adj. | n. m.

    Que faz ou serve para recordar (ex.: intenção recordatória; marco recordatório)....


    repetência | n. f.

    Ato ou efeito de repetir ou repetir-se (ex.: o hotel tem elevada taxa de repetência dos seus clientes)....



    Dúvidas linguísticas


    Será que me poderiam ajudar a perceber qual é o origem etimológica mais provável da palavra (apelido) Malafaia?


    Recebi a correção de um texto que fiz para minha prova de redação e foram reportados 2 erros apenas.

    1º “erro”: Precisava descrever o fato de não abuso e utilizei-me da construção de uma palavra prefixada por in-, levando em conta que o mesmo atendia minha necessidade para a construção, resultando no termo inabusivo. No contexto era necessário concordar em gênero e número, obtendo assim inabusivas. Estaria incorreto?

    2º “erro”: Utilizei o termo profícuo na seguinte frase: “Questão de caráter complexo e de difícil solução profícua...”. Sinceramente, acredito que a professora realmente não compreendeu o significado do termo e ou até o desconhece visto que ela não reportou erro de redundância (onde uma vez pensei que toda solução fosse profícua, mas logo discordei pois é possível uma solução não ser vantajosa) ou qualquer outro tipo de erro possível.

    Para os dois “erros” ela escreveu apenas o seguinte comentário: “Evite termos difíceis, fale fácil!”. Minha composição nesses casos está correta?