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    juncaste-te

    ciperáceo | adj.

    Relativo ou semelhante à junça....


    espadanado | adj.

    Que sai como espadana; juncado de espadanas....


    semeado | adj.

    Em que se lançaram sementes....


    juncada | n. f.

    Pancada dada com um junco....


    junco | n. m.

    Género de juncáceas, de hastes direitas e flexíveis, que cresce na água e nos sítios húmidos....


    arumã | n. m.

    Espécie de junco com que se fazem paneiros, balaios, etc....


    esquenanto | n. m.

    Planta poácea, aromática e medicinal da Índia e da Arábia....


    esteira | n. f.

    Tecido grosseiro de esparto, junco, palha, tabuinhas, etc....


    rotim | n. m.

    Espécie de palmeira da Índia....


    rota | n. f.

    Espécie de junco ou cipó de cujas fibras se fazem velas e esteiras....


    alcarapa | n. f.

    Resíduo do enxofre com que se aclara o junco das esteiras....


    canafístula | n. f.

    Planta arbórea (Cassia fistula) da família das leguminosas faseoláceas, usada com fins medicinais....


    cânula | n. f.

    Tubo de vários instrumentos cirúrgicos....


    cirpo | n. m.

    Planta ciperácea parecida ao junco....


    rabijunco | n. m.

    Ave palmípede (Anas acuta) da família dos anatídeos, invernante, de asas longas e cauda afilada....


    sémnio | n. m.

    Planta odorífera, espécie de junco....


    caimão | n. m.

    Ave pernalta (Porphyrio porphyrio) da família dos ralídeos, de plumagem azul e bico e patas vermelhas....


    alquimão | n. m.

    Ave pernalta (Porphyrio porphyrio) da família dos ralídeos, de plumagem azul e bico e patas vermelhas....


    alquimã | n. m.

    Ave pernalta (Porphyrio porphyrio) da família dos ralídeos, de plumagem azul e bico e patas vermelhas....



    Dúvidas linguísticas


    Numa leitura encontrei os termos filofascista e filofascismo. Qual é o seu significado?


    Se me permitem, vou transcrever-vos duas frases que me surgiram e alterei, por senti-las erradas. Agradeço antecipadamente a vossa ajuda.

    Frase 1: A estabilidade e a sincronização facultam-nos o grau de previsibilidade que precisamos para funcionarmos como indivíduos em grupos sociais e especialmente na economia.
    Para além de ter corrigido o que precisamos - parece-me que deve ser de que precisamos, lá vem a grande questão. Transformei o funcionarmos em funcionar. De que precisamos para funcionar. Puro instinto, e espero que acertado. Há uma regra geral?

    Frase 2: E das velhinhas enregeladas, nas escadarias dos edifícios públicos, a tentar vender uma esferográfica ou uma pega de cozinha – os seus únicos pertences.
    Aqui foi o contrário. Achei que o correcto seria a tentarem vender.