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jogar

Da esferística ou a ela relativo; do jogo da péla....


extenuante | adj. 2 g.

Que causa cansaço, extenuação (ex.: conversa extenuante; jogo extenuante)....


junto | adj. | adv.

Que se juntou; que está em contacto físico com (ex.: tinha de ter as mãos juntas para o jogo)....


lusório | adj.

Relativo a jogo ou divertimento....


picadinho | adj.

Que se melindra com facilidade; que se ofende por qualquer futilidade....


sujo | adj.

Que apresenta sujidade....


-atlo | elem. de comp.

Exprime a noção de competição desportiva (ex.: triatlo)....


cagativo | adj.

Que não tem importância (ex.: o jogo teve qualidade, o resto é cagativo)....


bacanudo | adj.

Que agrada ou denota qualidades muito positivas; que é muito bacana (ex.: o jogo tem uns gráficos bem bacanudos)....


lotárico | adj.

Relativo a lotaria (ex.: jogo lotárico)....


Que usa as cartas do baralho ainda não distribuídas (ex.: o voltarete é um jogo acascarrilhado)....


jogável | adj. 2 g.

Que se pode jogar ou em que se pode jogar (ex.: o jogo é jogável por até quatro pessoas)....


injogável | adj. 2 g.

Que não se pode jogar (ex.: jogo injogável; o golfista declarou a bola injogável)....


Expressão usada para designar o tempo em que a infância já passou, quando se deixou de ser criança....


pacas | adv.

Em elevado grau ou quantidade (ex.: curti o jogo pacas)....


almolina | n. f.

Jogo antigo, espécie de cabra-cega....


armão | n. m.

Peça a que se prende a lança de uma viatura de tracção animal....



Dúvidas linguísticas



Qual denominação para a "operação" de passar Francisco a Chico, Helena a Lena, Alice a Lili, etc.
As palavras Chico, Lena ou Lili são hipocorísticos (isto é, nomes próprios usados para designar alguém de maneira informal ou carinhosa) em relação a Francisco, Helena e Alice, respectivamente. Estes três hipocorísticos mostram, contudo, fenómenos diferentes de formação de palavras: em Francisco > Chico há uma redução por aférese acompanhada de alteração expressiva da forma reduzida; em Helena > Lena há uma simples redução por aférese; em Alice > Lili há uma redução com aférese e apócope e com o redobro de uma sílaba. A estes mecanismos pode ainda juntar-se o frequente uso de sufixos aumentativos ou diminutivos (ex. Chicão, Leninha).



Uso, frequentemente, o vosso dicionário para esclarecer algumas dúvidas de palavras no português europeu. Ultimamente tenho me deparado com algumas escritas enviesadas a propósito do novo acordo ortográfico. É nesse sentido que mais recorro ao vosso dicionário, uma vez que esclarecem as palavras de dupla grafia. Tem sido bastante útil e parabenizo-vos pelo projeto. Porém, reparei que a palavra contacto, no vosso dicionário, surge como grafia única, quando deverá ser de dupla grafia (contacto ou contato).
Como previsto pelo texto do Acordo Ortográfico de 1990, as duplas grafias são registadas no Dicionário Priberam nos casos em que a chamada "norma culta" hesita entre a prolação e o emudecimento das consoantes -c- e -p-. A "norma culta", que o texto legal tantas vezes invoca como critério para aproximar a grafia da pronúncia, é difícil de aferir, pelo que, para as opções do dicionário ou do corrector ortográfico do FLiP, a Priberam levou em consideração a transcrição fonética ou as indicações de pronúncia (ortoépia) registadas em dicionários e vocabulários.

Nas ferramentas da Priberam para o português europeu, a grafia da palavra contacto não sofre alteração com a aplicação do Acordo Ortográfico de 1990 uma vez que, na norma europeia do português, o -c- é maioritariamente pronunciado, como poderá verificar pela consulta de dicionários ou vocabulários com transcrição fonética ou ortoépica, nomeadamente no Vocabulário da Língua Portuguesa de Rebelo Gonçalves, no Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa ou no Grande Dicionário de Língua Portuguesa da Porto Editora. Este caso é semelhante a outros em que a consoante é pronunciada (ex.: adaptar, facto, intelectual, pacto, secção) e que, consequentemente, não sofrem alteração no português europeu com a aplicação do Acordo Ortográfico de 1990.

As grafias referidas não são necessariamente as mesmas no português do Brasil, pois as diferenças de pronúncia entre a norma europeia do português e a norma brasileira fazem com que, mesmo após a aplicação do Acordo Ortográfico, sejam privilegiadas grafias diferentes em cada uma das normas (ex.: académico, facto, receção, secção, na norma europeia; acadêmico, fato, recepção, seção, na norma brasileira).


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