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    estrangeiro-as

    ecdémico | adj.

    Que se manifesta isoladamente, não atingindo em massa a população (ex.: doença ecdémica)....


    Que imita ou faz lembrar coisa estrangeira....


    forâneo | adj.

    Que é de fora; que não é da terra em que se encontra (ex.: juiz forâneo)....


    Que vende frandulagem; que faz parte de uma frandulagem....


    franduno | adj.

    Que esteve em Flandres....


    xeno- | elem. de comp.

    Exprime a noção de estrangeiro (ex.: xenofobia)....


    alotrio- | elem. de comp.

    Exprime a noção de pertencente a outro, estranho (ex.: alotriomorfo)....


    Velha máxima política que indicava que todo o estrangeiro é um inimigo e que ainda em certos países representa o sentir dos seus habitantes....


    Entre os romanos, direito aplicado aos estrangeiros, correspondente hoje ao direito internacional....


    axénico | adj.

    Que não está contaminado ou que está livre de qualquer outro organismo (ex.: cultura axénica de microalgas; meio de cultura líquido axénico; testes em condições axénicas)....


    barbarolexia | n. f.

    Palavra formada com elementos de línguas diferentes....


    câmbio | n. m.

    Permutação, escambo....


    chancelaria | n. f.

    Repartição em que se põe chancela nos documentos que dela precisam....


    diplomacia | n. f.

    Ciência das relações internacionais e da representação dos interesses de um estado no estrangeiro....


    diplomático | adj. | n. m.

    Da diplomacia ou a ela relativo....


    exotismo | n. m.

    Caráter ou qualidade do que é exótico....


    exterior | adj. | n. m.

    Que forma a superfície, o lado ou a parte de fora....


    externo | adj. | n. m.

    Que é de fora....


    oste | n. m.

    Hóspede....



    Dúvidas linguísticas


    Ainda ontem tive uma pequena discussão com uma amiga acerca da maneira de como se escreve ou como se diz uma palavra. A palavra em questão é o nome a que se chama ao aquecimento do interior de um carro. Será chofagem ou sofagem, ou ainda outra?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?