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    divindade

    deiforme | adj. 2 g.

    Conforme com uma divindade; semelhante a um deus....


    pânteo | adj.

    Que reúne os símbolos ou atributos de muitas divindades....


    superno | adj.

    Muito elevado, muito alto (ex.: divindade superna)....


    inato | adj.

    Que não nasceu ou não teve princípio (ex.: divindade inata)....


    -latria | elem. de comp.

    Exprime a noção de adoração ou culto (ex.: egolatria)....


    demono- | elem. de comp.

    Exprime a noção de demónio (ex.: demonologia)....


    teo- | elem. de comp.

    Exprime a noção de deus ou divindade (ex.: teofania)....


    Que tem quatro cabeças (ex.: divindade tetracéfala)....


    demónio | n. m.

    Divindade, génio (bom ou mau)....


    ídola | n. f.

    Estátua de divindade feminina....


    ídolo | n. m.

    Imagem que é objeto de culto e representa uma divindade....


    misticismo | n. m.

    Crença na possível comunicação entre o homem e a divindade....


    mitologia | n. f.

    História das divindades do paganismo....


    peji | n. m.

    Santuário das divindades do candomblé....


    religião | n. f.

    Culto prestado à divindade....


    sacerdote | n. m.

    Pessoa que fazia sacrifícios às divindades....


    sacrifício | n. m.

    Oferta solene à divindade, em donativos ou vítimas....


    símbolo | n. m.

    Figura que, nas medalhas, representa homens, divindades, países, animais, etc....



    Dúvidas linguísticas


    É correta a frase há alguns anos atrás? Ou se deve dizer apenas há alguns anos ou alguns anos atrás?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?