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    corujas

    jacurutu | n. m.

    Espécie de coruja....


    corujeira | n. f.

    Povoação pequena, em lugar penhascoso....


    corujice | n. f.

    Atitude ou comportamento de protege demasiado os filhos ou aqueles que dependem de si (ex.: corujice paterna)....


    chirriar | v. intr. | v. tr.

    Emitir som agudo e estridente, como o grito da coruja....


    titonídeo | adj. | n. m. | n. m. pl.

    Família de corujas, de porte médio ou grande, com disco facial em forma de coração, de distribuição quase cosmopolita....


    Ave de rapina (Ninox rudolfi) da família dos estrigídeos....


    Ave de rapina (Megascops centralis) da família dos estrigídeos....


    Ave de rapina (Strix uralensis) da família dos estrigídeos....


    corujo | n. m.

    Coruja macho....



    Dúvidas linguísticas


    Qual o feminino de capataz? Isto porque tenho ouvido a palavra capataza quando se trata de uma mulher.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?