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candimba

tapiti | n. m.

Mamífero lagomorfo (Sylvilagus brasiliensis) da família dos leporídeos, de pequeno ou médio porte, com cerca de 1 quilo, pelagem acastanhada, orelhas pequenas, cauda e patas traseiras curtas, de hábitos nocturnos, encontrado em florestas tropicais da América Central e da parte norte da América do Sul....


Mamífero lagomorfo (Sylvilagus brasiliensis) da família dos leporídeos, de pequeno ou médio porte, com cerca de 1 quilo, pelagem acastanhada, orelhas pequenas, cauda e patas traseiras curtas, de hábitos nocturnos, encontrado em florestas tropicais da América Central e da parte norte da América do Sul....


candimbá | n. m.

Coisa, geralmente velha, sem utilidade ou de pouco valor....


candimba | n. m.

Variedade de lebre....


lebre | n. f.

Designação dada a diversos mamíferos lagomorfos da família dos leporídeos, semelhantes aos coelhos, mas de maior dimensão, com orelhas compridas e de extremidade preta, extremamente velozes na corrida....


tipiti | n. m.

Recipiente cilíndrico tecido de palha em que se espreme a mandioca antes de ir ao forno....



Dúvidas linguísticas



Gostaria de saber se o verbo vir na frase eu não quero que eles "vão" à festa, está correto e se não qual é a forma correta.
Na frase Eu não quero que eles vão à festa está presente o verbo ir, indicando que alguém faz uma acção de se deslocar de cá para lá, ou de um local próximo para um local mais afastado.
Se quiser utilizar o verbo vir, indicando que alguém faz uma acção de se deslocar de lá para cá, ou de um local afastado para um local mais próximo de quem fala, deverá utilizar a forma venham.
Em ambos os casos, a frase estará correcta, pois trata-se de formas verbais no presente do conjuntivo (ou presente do subjuntivo, no português do Brasil), por fazer parte de uma oração subordinada completiva ou integrante, que é complemento directo do verbo querer. As duas frases apenas diferem no sentido dado por ser o verbo ir ou o verbo vir.




Escrevo "tons pastel" , "tons de pastel" ou "tons pastéis", descrevendo as cores de um tecido?
Qualquer uma das hipóteses colocadas pode ser justificada, pelo que nenhuma pode ser considerada claramente incorrecta. Nesta como noutras questões linguísticas, não há respostas peremptórias.

A expressão "tons de pastel" não é sequer polémica, pois equivale na sua estrutura a outras construções como "tons de azul" ou "tons de rosa", mas verifica-se estatisticamente ser menos usada do que as outras duas.

Nas construções "tons pastel" e "tons pastéis" trata-se de um uso adjectival da palavra pastel. Por um lado, alguns dicionários e vocabulários consideram a palavra pastel neste contexto como adjectivo invariável em género e em número, sendo esta a justificação para a utilização de "tons pastel". Há, por outro lado, outros dicionários e vocabulários que consideram este adjectivo apenas invariável em género (mas não em número), o que justificaria a opção "tons pastéis".

A esta justificação prática pode acrescentar-se que este fenómeno é muito comum com tonalidades de cores (ex.: amarelo canário, castanho canela) ou com construções semelhantes em que um substantivo é colocado depois de outro com uma função qualificativa aproximada à de um adjectivo, sendo designado por vezes como "determinante específico". Este problema ocorre quer em locuções sem hífen (ex.: medida padrão), quer em palavras ligadas por hífen (ex.: couve-flor, projecto-piloto) e o seu registo em dicionários e vocabulários não é sistemático nem coerente, o que demonstra a dificuldade de tratamento destes casos.


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