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    apresentemos

    aborregado | adj.

    Diz-se dos glaciares quando a sua frente se eleva, apresentando saliências lisas e arredondadas....


    almarado | adj.

    De cabeça pelada em várias partes....


    adoentado | adj.

    Que está um pouco doente; que apresenta leves sinais de doença....


    Diz-se daquilo que apresenta partes semelhantes à amêndoa....


    ajanotado | adj.

    Que tem disposições para janota; que se veste ou se apresenta semelhando um janota....


    ambígeno | adj.

    Que procede de duas espécies diferentes....


    alobadado | adj.

    Diz-se do céu quando apresenta pequenas nuvens pretas e pardas, sinal de neve....


    ameno | adj.

    Que é agradável e aprazível (ex.: clima ameno)....


    assísmico | adj.

    Que não apresenta fenómenos sísmicos....


    atabernado | adj.

    Que apresenta aspeto de taberna....


    cadente | adj. 2 g.

    Que vai caindo (ex.: águas cadentes)....


    contraído | adj.

    Que se contraiu; que apresenta tensão muscular....


    coraliforme | adj. 2 g.

    Que apresenta forma de coral....


    depresso | adj.

    Em estado de depressão....


    Que não está contraído; que não apresenta rigidez muscular....


    Que se divide ou subdivide em dois....




    Dúvidas linguísticas


    Como se fala: segue em anexo, segue o anexo ou segue anexo?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?