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    soprarmos-tas

    estridente | adj. 2 g.

    Agudo, sibilante (como o sopro do vento)....


    mareiro | adj.

    Que sopra do mar....


    A inspiração é um dom da natureza, não depende da vontade; o Espírito dá os seus dons a quem lhe apraz....


    Que ocorre durante toda a sístole (ex.: sopro holossistólico)....


    barítono | n. m.

    Cantor cuja voz medeia entre a do baixo e a do tenor....


    cambueiro | n. m.

    Vento tempestuoso que sopra do sul....


    charanga | n. f.

    Conjunto de músicos que tocam principalmente instrumentos metálicos de sopro....


    pênfigo | n. m.

    Doença cutânea caracterizada por escamas avermelhadas em que se formam bolhas cheias de líquido seroso....


    simum | n. m.

    Vento abrasador que em África sopra do sul para o norte....


    siroco | n. m.

    Vento muito quente e seco do sudeste que sopra no Mediterrâneo....


    tudel | n. m.

    Pequeno tubo de metal onde se põe a palheta dos instrumentos de sopro (ex.: tudel para fagote; tudel de saxofone)....


    turbilhão | n. m.

    Vento tempestuoso que sopra, girando....


    trombeiro | n. m.

    Género de peixes acantopterígios....


    xaroco | n. m.

    Vento muito quente e seco do sudeste que sopra no Mediterrâneo....


    trombone | n. m.

    Instrumento musical de sopro composto de dois tubos recurvados que podem entrar um no outro, de modo a produzir os diversos tons e semitons....


    jazz-band | n. f.

    Banda de jazz, geralmente composta por instrumentos de sopro, piano, contrabaixo e bateria....


    amura | n. f.

    Cabo que se prende ao punho inferior de uma vela para a segurar do lado donde sopra o vento....



    Dúvidas linguísticas


    A palara correta é calzone ou galzone?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.