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    Pesquisa nas Definições por:

    Receando-Lhe

    aziago | adj.

    Que é de azar ou o faz recear....


    metuendo | adj.

    Que mete medo (ex.: escuridão metuenda)....


    timorato | adj.

    Que teme errar, que receia ofender, que não se atreve a atuar ou a executar....


    mimético | adj.

    Relativo a mimese ou a mimetismo....


    Fórmula para exprimir o desejo de que algum perigo, mal ou calamidade que receamos não aconteça....


    uiofobia | n. f.

    Aversão patológica aos filhos....


    sobrosso | n. m.

    Medo, receio (ex.: com calma e sem sobrosso)....


    Central hidroelétrica de potência inferior a 10 megawatts (ex.: a população receia que a mini-hídrica desfigure a paisagem)....


    acrofobia | n. f.

    Receio patológico de lugares muito altos....


    estasiofobia | n. f.

    Receio patológico de não poder estar de pé....


    perspetiva | n. f.

    Arte de figurar no desenho as distâncias diversas que separam entre si os objetos representados....


    temor | n. m.

    Medo, receio; sentimento respeitoso....


    medo | n. m.

    Estado emocional resultante da consciência de perigo ou de ameaça, reais, hipotéticos ou imaginários....


    ânsia | n. f.

    Perturbação acompanhada por dificuldade em respirar....



    Dúvidas linguísticas


    A utilização de aspas dentro de aspas é correta, como quando, por exemplo, se realça uma palavra dentro de uma citação, ou se cita algo dentro de outra citação? Exemplo: "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei" (palavras realçadas). Um deles está bem perto, que é o do art. 42, § 1.º" (fim de citação). Outras dúvidas relacionadas: O que fazer quando a palavra realçada for a última da citação, fazendo com que as aspas de uma e outra coincidam? Utilizam-se uma ou duas aspas no final da frase? Exemplo: "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei". ou "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei"". As aspas vêm antes ou depois do ponto final numa citação? Exemplo: "Eu adoro chocolate". ou "Eu adoro chocolate."


    Encontrei uma resposta que passo a transcrever "Na frase Já passava das duas da manhã quando aquele grupo de jovens se encontraram perto do restaurante existe uma locução (aquele grupo de jovens) que corresponde a um sujeito da oração subordinada (quando aquele grupo de jovens se encontraram perto do restaurante) com uma estrutura complexa. Nesta locução, o núcleo do sintagma é grupo, e é com este substantivo que deve concordar o verbo encontrar. Desta forma, a frase correcta seria Já passava das duas da manhã quando aquele grupo de jovens se encontrou perto do restaurante."
    Sendo que a frase em questão foi retirada do Campeonato Nacional de Língua Portuguesa, e a frase completa é "Já passava das duas quando aquele grupo de jovens se encontraram perto da discoteca, aonde o Diogo os aguardava". Segundo a vossa resposta, dever-se-ia ter escrito "(...) aquele grupo de jovens se encontrou (...)". Mas se assim for, também seria de considerar "aonde o Diogo os aguardava", pois se consideramos que o sujeito é singular, não faz sentido dizer "os aguardava", mas sim "o aguardava". No entanto, não podemos considerar que existe concordância atractiva em que "deixamos o verbo no singular quando queremos destacar o conjunto como uma unidade. Levamos o verbo ao plural para evidenciarmos os vários elementos que compõem o todo." (Gramática do Português Contemporâneo Cunha/Cintra)? Agradeço elucidação se mantêm a vossa opinião, tendo a frase completa. Já agora, na frase utiliza-se "aonde Diogo os esperava". Não deveria ser "onde"?