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    Planava-To

    disciforme | adj. 2 g.

    Em forma de disco, plano e circular....


    discoide | adj. 2 g.

    Que é plano e circular, em forma de disco....


    espalmado | adj.

    Plano ou aberto com a palma da mão....


    evoluto | adj.

    Diz-se da concha univalve que se enrola num plano vertical, e cuja espiral é mais ou menos alongada....


    invasivo | adj.

    Relativo à invasão (ex.: plano invasivo)....


    liso | adj.

    Que tem superfície plana ou sem asperezas; macio; chato....


    levogiro | adj.

    Diz-se da substância que desvia para a esquerda o plano da polarização da luz, por oposição a dextrogiro....


    mediano | adj.

    Nem grande nem pequeno....


    rampante | adj. 2 g.

    Diz-se do quadrúpede que tem as patas traseiras em plano inferior às mãos, e a cabeça voltada para o lado direito do escudo....


    saído | adj.

    Que sai do plano em que assenta; que está fora....


    saltado | adj.

    Que ressai acima de um nível ou para fora de um plano (ex.: algumas veias eram muito saltadas)....




    Dúvidas linguísticas


    A utilização de aspas dentro de aspas é correta, como quando, por exemplo, se realça uma palavra dentro de uma citação, ou se cita algo dentro de outra citação? Exemplo: "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei" (palavras realçadas). Um deles está bem perto, que é o do art. 42, § 1.º" (fim de citação). Outras dúvidas relacionadas: O que fazer quando a palavra realçada for a última da citação, fazendo com que as aspas de uma e outra coincidam? Utilizam-se uma ou duas aspas no final da frase? Exemplo: "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei". ou "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei"". As aspas vêm antes ou depois do ponto final numa citação? Exemplo: "Eu adoro chocolate". ou "Eu adoro chocolate."


    Se me permitem, vou transcrever-vos duas frases que me surgiram e alterei, por senti-las erradas. Agradeço antecipadamente a vossa ajuda.

    Frase 1: A estabilidade e a sincronização facultam-nos o grau de previsibilidade que precisamos para funcionarmos como indivíduos em grupos sociais e especialmente na economia.
    Para além de ter corrigido o que precisamos - parece-me que deve ser de que precisamos, lá vem a grande questão. Transformei o funcionarmos em funcionar. De que precisamos para funcionar. Puro instinto, e espero que acertado. Há uma regra geral?

    Frase 2: E das velhinhas enregeladas, nas escadarias dos edifícios públicos, a tentar vender uma esferográfica ou uma pega de cozinha – os seus únicos pertences.
    Aqui foi o contrário. Achei que o correcto seria a tentarem vender.