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    Pesquisa nas Definições por:

    Planando-Me

    disciforme | adj. 2 g.

    Em forma de disco, plano e circular....


    discoide | adj. 2 g.

    Que é plano e circular, em forma de disco....


    espalmado | adj.

    Plano ou aberto com a palma da mão....


    evoluto | adj.

    Diz-se da concha univalve que se enrola num plano vertical, e cuja espiral é mais ou menos alongada....


    invasivo | adj.

    Relativo à invasão (ex.: plano invasivo)....


    liso | adj.

    Que tem superfície plana ou sem asperezas; macio; chato....


    levogiro | adj.

    Diz-se da substância que desvia para a esquerda o plano da polarização da luz, por oposição a dextrogiro....


    mediano | adj.

    Nem grande nem pequeno....


    rampante | adj. 2 g.

    Diz-se do quadrúpede que tem as patas traseiras em plano inferior às mãos, e a cabeça voltada para o lado direito do escudo....


    saído | adj.

    Que sai do plano em que assenta; que está fora....


    saltado | adj.

    Que ressai acima de um nível ou para fora de um plano (ex.: algumas veias eram muito saltadas)....




    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.