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    exaltam-to

    Relativo aos coribantes, sacerdotes da deusa Cíbele, ou às suas práticas religiosas, executadas com música barulhenta e danças orgíacas (ex.: dança coribântica; ritual coribântico)....


    delírio | n. m.

    Perturbação inconsciente das faculdades mentais originada por febre....


    dinamogenia | n. f.

    Exaltação funcional de um órgão, sob o influxo de uma excitação....


    furoeira | n. f.

    Cacifo em que se mete o furão....


    estrilo | n. m.

    Som estridente, ruidoso....


    ataraú | n. m.

    Furor, cólera; exaltação; impertinência....


    ebulição | n. f.

    Fervura ocasionada pelo lume....


    estenia | n. f.

    Excesso de força, exaltação da ação orgânica (opõe-se a astenia)....



    Dúvidas linguísticas


    Como se escreve: apologia a alguma coisa ou apologia de alguma coisa?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?