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    ESMOLOU-MOS

    munificente | adj. 2 g.

    Que revela generosidade, munificência (ex.: esmola munificente)....


    falca | n. f.

    Toro ou peça de madeira desbastada com machado ou enxó....


    monda | n. f.

    Ato ou efeito de mondar (ex.: os vizinhos vieram ajudar na monda do milho; a monda dos frutos deve ser feita depois da floração)....


    socorro | n. m. | interj.

    Ato ou efeito de socorrer; esmola....


    alminha | n. f. | n. f. pl.

    Pequena alma....


    caridade | n. f.

    Boa disposição do ânimo para com todas as criaturas....


    echacorvos | n. m. 2 núm.

    Homem que percorria as povoações, para pregar e recolher esmolas....


    pida | n. f.

    Ato de pedir esmolas....


    esmola | n. f.

    Coisa dada por caridade a um pobre....


    esmoleira | n. f.

    Bolsa, saco, alforge de pedinte....


    óbolo | n. m.

    Pequena moeda da antiga Grécia....


    pitança | n. f.

    Ração diária de comida....



    Dúvidas linguísticas


    A utilização de aspas dentro de aspas é correta, como quando, por exemplo, se realça uma palavra dentro de uma citação, ou se cita algo dentro de outra citação? Exemplo: "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei" (palavras realçadas). Um deles está bem perto, que é o do art. 42, § 1.º" (fim de citação). Outras dúvidas relacionadas: O que fazer quando a palavra realçada for a última da citação, fazendo com que as aspas de uma e outra coincidam? Utilizam-se uma ou duas aspas no final da frase? Exemplo: "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei". ou "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei"". As aspas vêm antes ou depois do ponto final numa citação? Exemplo: "Eu adoro chocolate". ou "Eu adoro chocolate."


    Tenho uma dúvida relativamente ao novo acordo ortográfico. Será que alguém me pode explicar de forma convincente porque é que a palavra "pára" (3ª pess. sing. pres. ind. de parar e 2ª pess. sing. imp. de parar) terá a sua grafia alterada para "para"?
    Não bastavam já todos os outros exemplos na língua portuguesa em que diferentes palavras têm a mesma grafia, mudando a sua pronúncia para alterar o significado? A final o novo acordo ortográfico serve para simplificar ou para complicar?
    Não quero dizer que muitas das coisas do novo ortográfico não fazem sentido, por muito que nos custe alterar a forma como nos ensinaram a ler e a escrever, mas é por causa destes exemplos, no meu ver, completamente estúpidos, que o novo acordo perde credibilidade e fará com que muita gente se recuse a aplicá-lo.