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    Pesquisa nas Definições por:

    EMPASTARAS

    empaste | n. m.

    Ato ou efeito de empastar....


    carranha | n. f.

    Muco empastado nas fossas nasais....


    godilhão | n. m.

    Nó formado por lã ou fios empastados....


    feltro | n. m.

    Tecido feito do empastamento e compressão da lã ou do pelo....


    empastagem | n. f.

    Ato ou efeito de empastar (ex.: empastagem de pigmentos)....


    desempastar | v. tr.

    Desprender o que está empastado; soltar....


    manchar | v. tr. e pron. | v. tr.

    Sujar(-se) com manchas....


    pastoso | adj.

    Que tem a natureza ou que se acha em estado de pasta....


    empastar | v. tr. | v. pron.

    Reduzir a pasta....


    tricoma | n. m.

    Empastamento dos cabelos, pela acumulação de matéria sebácea, parasitas e pó....


    velo | n. m.

    Lã de cordeiro, carneiro ou ovelha....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?