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    Pesquisa nas Definições por:

    DECEPAM-LHOS

    ainhum | n. m.

    Doença não congénita comum nos escravos negros do Brasil, caracterizada pelo espessamento progressivo da pele e consequente formação, em torno da raiz de um ou mais dedos do pé, de um anel fibroso, que termina por decepá-los....


    decepador | adj. n. m.

    Que ou aquele que decepa....


    decepado | adj.

    Que se cortou ou decepou....


    descepar | v. tr.

    Tirar as cepas a (ex.: descepar uma vinha)....


    destroncar | v. tr. e pron.

    Separar ou separar-se do tronco....


    estroncar | v. tr. e pron.

    Separar ou separar-se do tronco....


    jarretar | v. tr.

    Cortar os jarretes a....


    desmunhecar | v. tr. | v. intr.

    Decepar ou partir a munheca ou a mão de alguém....




    Dúvidas linguísticas


    A utilização de aspas dentro de aspas é correta, como quando, por exemplo, se realça uma palavra dentro de uma citação, ou se cita algo dentro de outra citação? Exemplo: "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei" (palavras realçadas). Um deles está bem perto, que é o do art. 42, § 1.º" (fim de citação). Outras dúvidas relacionadas: O que fazer quando a palavra realçada for a última da citação, fazendo com que as aspas de uma e outra coincidam? Utilizam-se uma ou duas aspas no final da frase? Exemplo: "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei". ou "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei"". As aspas vêm antes ou depois do ponto final numa citação? Exemplo: "Eu adoro chocolate". ou "Eu adoro chocolate."


    No âmbito do meu trabalho surgiu-me uma dúvida na aplicação do Novo Acordo Ortográfico. Agradecia que me ajudassem. Segundo as regras a palavra “Egipto” deveria manter-se como tal pois o “p” sempre se leu, correto? A minha dúvida é que há vários meios de comunicação a falar “Egito” mas depois mantêm palavras com “Egípcios”, etc. Outra possibilidade é que na palavra em questão seja aceite a dupla grafia, mas mesmo assim seria o mais correto mantermos o “Egipto”, não?