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    Pesquisa nas Definições por:

    Castor

    castorenho | n. m. | adj.

    Feito de pelo de castor....


    castóreo | n. m.

    Substância antiespasmódica segregada por glândulas do ventre do castor....


    harlo | n. m.

    Espécie de castor ou lontra marinha....


    castor | n. m. | n. m. pl.

    Mamífero roedor da América do Norte e da Europa, de patas posteriores palmiformes e cauda achatada....


    ondatra | n. m.

    Mamífero roedor da América do Norte da família dos cricetídeos, que vive como o castor e cuja pele é muito estimada....


    castórico | adj.

    Diz-se do ácido obtido da castorina....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?