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    Pesquisa nas Definições por:

    CONFESSE-TAS

    inconfesso | adj.

    Que não se confessou; que não confessou (culpas)....


    confessado | n. m. | adj.

    O penitente (com relação ao seu confessor habitual)....


    penitência | n. f.

    Qualquer ato de mortificação interior ou exterior....


    palmatória | n. f.

    Instrumento com que se castiga batendo na palma da mão....


    promissória | n. f.

    Título que representa uma quantia em depósito e no qual o depositário se confessa devedor dessa quantia....


    tortura | n. f.

    Qualidade do que é torto ou tortuoso....


    ápoca | n. f.

    Designação jurídica de qualquer bilhete em que um devedor confessa ter recebido certa quantia e se obriga a pagá-la....


    pecado | n. m.

    Transgressão de preceito religioso....


    confesso | adj. | adj. n. m. | n. m.

    Que confessou....


    confessor | adj. n. m.

    Que ou sacerdote que ouve confissões e pode absolver os pecados (ex.: padre confessor; o confessor ouviu-o)....


    penitente | adj. 2 g. n. 2 g. | n. m.

    Que ou pessoa que se arrepende, que faz penitência, que se arrepende de ter pecado....


    confessando | adj. n. m.

    Que ou quem vai ou está a confessar-se....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?