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    clonavam-mos

    clónus | n. m. 2 núm.

    Conjunto de contrações e relaxamentos musculares rápidos e involuntários numa parte do corpo....


    clonagem | n. f.

    Obtenção, por via de cultura, de numerosas células vivas idênticas a partir de uma célula única....


    clone | n. m.

    Indivíduo ou população de indivíduos provenientes da produção vegetativa ou assexuada de um mesmo indivíduo....


    clono | n. m.

    Conjunto de contrações e relaxamentos musculares rápidos e involuntários numa parte do corpo....


    blefaroclono | n. m.

    Contração espasmódica da pálpebra....


    clonar | v. tr.

    Praticar a clonagem de....


    monoclonal | adj. 2 g.

    Que se desenvolve a partir de uma única célula ou de um único clone....


    clonável | adj. 2 g.

    Que se pode clonar....


    clonal | adj. 2 g.

    Relativo a clone (ex.: diversidade clonal; doença clonal da medula óssea; expansões clonais)....


    clónico | adj.

    Relativo ou semelhante a clónus ou a conjunto de contrações e relaxamentos musculares rápidos e involuntários (ex.: contração clónica; movimentos clónicos)....



    Dúvidas linguísticas


    A minha dúvida reside no plural de corrimão. Andei a investigar e encontrei tanto corrimãos como corrimões como formas correctas. Queria saber se realmente é assim, e se alguma delas é mais correcta e a outra foi mais vulgarizada pelo povo.


    Na vossa página não compreendo a justificação para a resposta à dúvida 540: que se escreve multirriscos e não multi-riscos. Segundo o meu prontuário ortográfico, de 1990, os prefixos terminados em i são sempre separados com um hífen dos termos que começam por h, i, r e s . O prefixo multi- não é expressamente referido no prontuário. Qual a razão para nesse caso não se usar o hífen como nos demais referidos?